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São Francisco do Conde, Bahia.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47). “Escrever é um ato de egoísmo, porque é uma forma de eu não esquecer das coisas que aprendi. Mas também é um engajamento. É a minha maneira de fazer política, de ajudar a pensar nosso país e de mostrar ao Brasil um Brasil que ele não conhece, que foi ocultado das narrativas hegemônicas” (Daniel Munduruku).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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sábado, 5 de setembro de 2026

Alexandre, o Grande!

 Xandão, a expressão da Soberania Popular! 

O espetáculo a que estamos assistindo no STF é uma picuinha de um colega de trabalho tentando prejudicar o outro, na tentativa de interferir nas eleições de 2026, a fim de desgastar uma campanha e impulsionar outras. No final das contas, prevalece o veredicto que é dado pelo povo, nas urnas. Não se pode desqualificar o trabalho de Alexandre de Moraes que, como qualquer outro ministro, passa, mas a vontade popular permanece e prevalece. O magistrado resistiu às agressões, comandou a eleição de 2022, chancelou a posse do candidato vitorioso nas urnas (Lula) e, depois de garantida a transição de poder, ainda condenou à cadeia o capitão e seus comparsas por atentarem contra a democracia, barrando a intentona autoritária. Não é pouca coisa! Um verdadeiro fiscal da lei e protetor dos direitos da sociedade! Será o próximo presidente do STF no ano que vem, por isso o incômodo do coleguinha e sua trupe. Trata-se de uma das autoridades mais influentes e importantes do país!!!