"Criou Deus o homem à sua imagem;
à imagem de Deus o criou;
homem e mulher os criou"
(Gênesis 1:27).
“O que é” e “como é” o intelecto de
Deus? Substância infinita.
“O que é” e “como é” o intelecto do/a Homem/Mulher? Substância finita.
Logo, o finito é parte do infinito. E há resquícios desse infinito em nós - relações.
Deus é uma substância infinita presente em tudo. Não é algo que está fora, mas dentro de nós (imanência). Ele funciona como verdade e adequação. Mas, o que é uma ideia verdadeira ou adequada? É aquela que nos permite conhecer a ordem e a conexão necessárias das essências das coisas.
Uma ideia inadequada é imediata, nascida diretamente das imagens corporais. Uma ideia adequada exige o trabalho ou a atividade da mente enquanto potência de conhecimento.
Por exemplo: “O que é o círculo?”
1) é a figura na
qual todos os pontos são equidistantes do centro (não formamos a ideia adequada
dessa figura).
2) é a figura geométrica produzida pelo movimento de um semieixo ao redor de um centro fixo (formamos a ideia verdadeira do círculo).
Por quê? Porque se o intelecto de Deus funciona como verdade e adequação, para formar uma ideia adequada de tudo precisamos ir na sua “origem” (o que é) e “causa” (como é). A gênese do círculo ou o conhecimento de sua causa necessária é a ideia verdadeira do círculo, da qual podemos deduzir várias propriedades necessárias, inclusive a de que todos os pontos são equidistantes do centro. Por isso a definição em 2 é mais verdadeira e adequada, vale dizer, mais abrangente e infinita (o intelecto), que se volta para definir no particular e finito (o círculo).
As boas definições explicam. As melhores definições compreendem a origem e a causa.
Enfim, somos um modo pensante finito imanente ao infinito e nele tomamos parte! Somos expressão da potência infinita da substância!!!
Com a palavra, a IA do Google: