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São Francisco do Conde, Bahia, Brazil
Professor, (psico)pedagogo, coordenador pedagógico escolar e Especialista em Educação.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 205 da Constituição de 1988).

Ø Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados. :)



“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

A politização do Réveillon.

Em nosso tempo polarizado, tudo ficou mais escandaloso e descontraído.

Pé direito, não (conservador)! Calcinha vermelha, pode (esquerdista)? Artimanha comunista de sedução? Vermelho, vermelhusco, vermelhaço, vermelhão atrai sexo ardente ou moeda na sua bolsa ou as duas coisas? Kkk E tomar um banho de ervas, seria coisa de usuário ou prática de candomblé? E sexo, ficar por cima ou embaixo, quem pode e quem obedece? E a folha de louro na carteira, chamariz de dinheiro ou racismo? E o prato com aves, essas coitadas tão gostosas o ano inteiro e canceladas na ceia pelo fato de ciscarem para trás? Só não pode é virar o ano pulando 07 marolinhas com o pé direito. Fala sério!?

E que tal o “tudo de bom” do moto-uber que pilota feito um louco no corredor dos carros e ao final do trajeto deseja ao passageiro assustado um “feliz ano novo ao senhor e a todos os seus”?! Seria cômico se não fosse trágico! Kkk

Enfim, então vamos manter a tradição mesmo. Melhor! Na virada, vamos comer apenas frutos do mar, seres capazes de nadar contra todas as correntes, para que todos os leitores percebam nisso uma provocação de gastronomia ideológica – uma mensagem subliminar, justo na virada de um ano de eleição, para que o prato à mesa seja, por mais 04 anos, LULA!

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