Em nosso tempo polarizado, tudo ficou mais escandaloso e descontraído.
Pé direito, não (conservador)! Calcinha vermelha, pode (esquerdista)? Artimanha comunista de sedução? Vermelho, vermelhusco, vermelhaço, vermelhão atrai sexo ardente ou moeda na sua bolsa ou as duas coisas? Kkk E tomar um banho de ervas, seria coisa de usuário ou prática de candomblé? E sexo, ficar por cima ou embaixo, quem pode e quem obedece? E a folha de louro na carteira, chamariz de dinheiro ou racismo? E o prato com aves, essas coitadas tão gostosas o ano inteiro e canceladas na ceia pelo fato de ciscarem para trás? Só não pode é virar o ano pulando 07 marolinhas com o pé direito. Fala sério!?
E que tal o “tudo de bom” do moto-uber que pilota feito um louco no corredor dos carros e ao final do trajeto deseja ao passageiro assustado um “feliz ano novo ao senhor e a todos os seus”?! Seria cômico se não fosse trágico! Kkk
Enfim, então vamos manter a tradição mesmo.
Melhor! Na virada, vamos comer apenas frutos do mar, seres capazes de nadar
contra todas as correntes, para que todos os leitores percebam nisso uma
provocação de gastronomia ideológica – uma mensagem subliminar, justo na virada
de um ano de eleição, para que o prato à mesa seja, por mais 04 anos, LULA!
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