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São Francisco do Conde, Bahia, Brazil
Professor, (psico)pedagogo, coordenador pedagógico escolar e Especialista em Educação.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 205 da Constituição de 1988).

Ø Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados. :)



“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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domingo, 8 de setembro de 2024

10 mandamentos para crescer.

“Colocar pobre na universidade não é gasto, é investimento” (Lula, 09/2019).

“A quem interessa o teto de gastos, aos banqueiros?” (Lula, 06/2021).

“Vamos gastar o que for preciso” (03/2022).

“Nós precisamos, primeiro, pagar a dívida que temos como povo pobre” (04/2022).

“Gasto é vida” (Dilma, 2005).

1.     Estar convencido dos investimentos no País e no seu futuro, com apoio da opinião pública em geral. Todos com alta taxa de retorno social, ou compromissos de campanha que devem ser honrados;

2.     Não levar em conta “nervosismos do mercado”, mas saber se precisa efetivamente conter gastos ou se precisa aumentar a arrecadação. Fazer discussões coletivas;

3.     Não perder sustentação política, sobretudo caindo na armadilha do mercado de apertar despesas ou ir na contramão dos discursos de campanha;

4.     O investimento social não deve ser encarado como gasto, sem deixar de enfrentar questões fiscais;

5.     O papel da equipe econômica é dizer que não tem dinheiro; o dos demais ministros é pedir recursos; e o de Lula é o de arbitrar o impasse, descobrindo brechas para arrumar verba;

6.     Existência de governo capaz, confiável e efetivo operacionalmente;

7.     Lideranças políticas responsáveis em reduzir os graus de incertezas sobre o futuro;

8.     Inspirar um mínimo de confiança e cooperação na busca de compartilhados objetivos maiores;

9.     Exercícios consistentes em diálogos com base em moderação, serenidade, postura e compostura;

10.  Conseguir, como parte de um processo de melhoria da qualidade do debate público informado, reduzir em favor do conteúdo da discussão o peso relativo dos insultos digitais, valorizando mais a serenidade e a prudência-com-propósito como virtudes políticas e aprofundar a discussão sobre utopias e distopias, a partir do Estado e do dinamismo da sociedade, visando mudar, para melhor, um país complexo e difícil como o nosso.

Enfim, somos uma sociedade dinâmica, complexa, heterogênea e desigual, que precisa acreditar mais em si própria e no poder que tem de realizar grandes coisas, como, por exemplo, o próprio crescimento econômico e social. Para isso, apostar no investimento público e no poder de autogestão do Estado, por servidores e cidadãos competentes, confiáveis e responsáveis, rompendo com três fenômenos nefastos de nosso passado colonialista, escravocrata, ditatorial, mercantil, midiático e agora desregulado pelas redes sociais: 1) o messianismo salvacionista; 2) o voluntarismo exacerbado e; 3) o autoritarismo exercido em nome do povo. Tudo incompatível com um republicano Estado Democrático de Direito.

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