Notícia boa!
Não temos direitos de propriedade sobre o planeta.
Estamos como convidados, entre tantos outros, e devíamos
comportar-nos como tal.
Os alertas de desmatamento caíram 31% na Amazônia (entre janeiro-maio/2023), na comparação com o mesmo período do ano passado, na gestão do Verme (Fonte: imagens do sistema Deter, do Inpe). Houve registro de solo exposto, mineração ou desmatamento numa superfície de 1.986 Km2, menor número desde o primeiro ano do governo Bolsonaro.
Desde janeiro, o Ibama aplicou 2.560 autos de infração (ante média de 917 no governo anterior), emitiu multa no valor de R$ 1,5 bilhão (quase o triplo), promoveu 1.563 embargos (128% a mais), triplicou a destruição de equipamentos usados em crime ambientais e dobrou as apreensões. Noutra frente, houve cancelamento de créditos e a identificação de áreas inscritas no CAR (Cadastro Ambiental Rural) com sobreposição a Unidades de Conservação e terras indígenas. Parte delas foi cancelada ou suspensa.
Cerrado continua pedindo socorro! No Cerrado, os alerta atuais de desmatamento corresponde a uma área de 3.532 Km2, uma alta de 35% - e novo recorde. A atuação do Ibama não registrou o mesmo patamar de autos de infração, apreensões, multas e destruição de equipamentos visto na Amazônia. Dos 10 municípios que mais contribuíram para o desmatamento na região, 6 estão aqui na Bahia (e 77% da área corresponde a imóveis com registro no CAR). O MMA atribui aos estados a responsabilidade por fiscalizar a remoção da vegetação.
Enfim, consegue
perceber a importância dessa questão para o futuro não apenas da economia brasileira,
mas de todo o planeta? Já temos os primeiros sinais
positivos de reversão dos recordes sucessivos da destruição provocada no
governo do Verme. Será que conseguiremos cumprir a meta de desmatamento zero
prometida para 2030? Lula.4.5...

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