É hora de explorar os relacionamentos! Afinal, a beleza no amor não pode ser negligenciada. Relacionar é um turbilhão de agruras, azedumes e situações difíceis, deliciosamente. Afetação e crueldade. Mas, o cerne da questão é “o quanto”...
É no relacionamento que você realmente sente o sentido da liberdade ou da escravidão. Ali, a ficha cai: “Está realmente acontecendo algo de verdade, sinto que faço parte de alguma coisa, não apenas aqui, mas de algo maior”. A espiral de sexo mais autorreflexão nos absorve de tal modo que tudo passa por aceitar o estado inevitável de mudança.
Relacionamento é pureza, limpeza, higienização, libertação... Nem o sexo pode estragar tudo. Afinal, amor existe para libertar, não para fazer as pessoas se perderem em si mesmas – como o vento no quarto, “jogando as coisas para cima e botando-as no chão ao acaso, não apenas coisas partidas, mas coisas que parecem o todo”.
Relacionamentos são processos biológicos, psicológicos e sociais que habilitaram humanos a estabelecerem os vínculos dentro dos quais foi possível nomear experiências e sentimentos usados para definir o amor. Amar é, assim, uma habilidade adquirida ao longo do processo evolutivo. E, com o passar dos séculos, foi se tornando discurso associado a qualquer objeto, infelizmente e particularmente, mercadorias e ideologias.
Enfim, relacionamento é um jogo de gato
e rato. Os melhores são marcados pela sedução, intensidade, elegância e desapego.
Nenhum comentário:
Postar um comentário