A felicidade está no centro das ambições humanas. Há muitas formas de alcançar um estado de calma, paz, esperança, perdão, compaixão. Estão de parabéns governos (Lula.3), universidades e empresas com iniciativas que reforçam a influência da felicidade em áreas como saúde mental, família, educação e trabalho. Afinal, a felicidade tem a ver com responsabilidade social. Quando estamos perto de pessoas felizes, criamos mais, inovamos mais, se criam ambientes amigáveis para todos, de desenvolvimento, segurança. É um direito humano!
Vô Lula continua enfrentando alta
rejeição em grupos em que historicamente tem desempenho abaixo da média. Entre evangélicos, 37% não aprovam o governo,
número que sobe para 49% entre a parcela mais rica
da população, que recebe acima de 10 salários mínimos mensais. Outros
grupos em que a reprovação de Lula segue alta são a
classe média baixa (parcela da população que recebem entre 2 e 5
salários mínimos, e entre os moradores da região
Centro-Oeste, onde o bolsonarismo teve desempenho destacado nas
eleições. Nos dois segmentos, o petistas é rejeitado por 34%.
Já entre os que mais aprovam a gestão de
Vô Lula.3 estão: o eleitorado de baixa renda (43%),
que recebe até 2 salários mínimos; e 47% entre os menos
escolarizados e os nordestinos.
Acredite, a felicidade é uma técnica, pode ser praticada e, portanto, há jeitos de alcançá-la e ativá-la, com medidas práticas. Tanto faz quem você é, mas é preciso escolher algo que funcione para você.
A felicidade é o óleo do motor. Todos nascemos com ela, é parte do nosso ser. Mas precisamos ativá-la. Assim, um conceito importante nesse processo é o “happytalismo”. Ele trata de buscar maneiras para que o maior número de pessoas possa ser feliz pela maior duração possível. Logo, de antemão, é bom saber logo que se trata menos sobre acumulação de capital financeiro e mais sobre chegar a um estado de liberdade de medos, de consciência mais elevada sobre o que acontece ao redor, por que e para que, e entender a felicidade, para compartilhá-la.
Para isso, é preciso por abaixo a “ditadura do medo” na sociedade contemporânea! Ela vem impedindo as pessoas de serem felizes porque impõe o medo. Há pessoas que têm medo de ser felizes. Elementos como ganância e exibicionismo no mundo atual prestam um desserviço à felicidade. A humanidade decidiu definir o sucesso através do poder, do dinheiro, da fama. E para chegar a ele se adotam as três piores ações para a felicidade: comparar-se, queixar-se e competir. Me comparo para ver quem tem mais poder, fama ou dinheiro, me queixo se não sou eu, e compito para ter isso. E olha só o mundo que criamos! É um mundo que nos leva de forma rotineira a um estado de infelicidade, de carência.
Eis alguns “ativadores de felicidade”:
·
“Como posso te ajudar?”. Isso reflete interesse, empatia,
compaixão. E está relacionado a algo que é como a felicidade passa por criar
uma relação. Quando uma pessoa oferece ajuda a outra, se cria um vínculo. É uma
das formas de ativar a felicidade: dar, se colocar a serviço dos demais. Quanto
mais me dou, mais ajudo, mais feliz sou;
·
Uma pessoa pode ativar a felicidade ao estar no campo, na
natureza, ao abraçar uma árvore, estar com um amigo, conversar, comer
chocolate, correr, viajar. Todas são atividades que nos fazem entrar em um
estado de fluidez, de admiração, de paz, que nos ajudam a conectar com a
felicidade que temos;
·
Há muitas formas de alcançar um estado de calma, paz,
esperança, perdão, compaixão. Isso ajuda a gerir nossos pensamentos e emoções,
integrando espírito, postura, intenção. São fórmulas e possuem muitos
ingrediente, como comer bem, dormir, rodear-se de pessoas positivas, não ater
ao passado, respirar, contemplar, meditar, estar na natureza;
· Ser feliz é uma escolha (para quem pode escolher). Porque há pessoas que não têm essa facilidade porque podem ter problemas mentais, depressão, podem ter sofrido traumas muito fortes e não conseguir tomar decisões. E essas pessoas precisam de ajuda.
Enfim, eu, particularmente, adoto a seguinte máxima quando o assunto é felicidade: “minha questão de peso não é a felicidade, mas a liberdade. Eu prefiro ser um livre infeliz, do que um escravo feliz. Talvez até experimentar as duas coisas (ser livre e feliz), mas ser livre é prioridade, com ou sem contratos”.
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