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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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segunda-feira, 11 de maio de 2026

Pesquisadores e teorias.

 Necessitamos de pesquisadores e teorias com vieses diferentes para realizar a análise científica. Afinal, a própria ciência tem seu lado subjetivo, já que é inevitável que as crenças e os valores prévios influenciem as escolhas e decisões dos próprios cientistas.

Entretanto, a observação e a experimentação sistemáticas nos ajudam a limpar as lentes através das quais vemos a realidade. Então, vamos conhecer alguns pesquisadores e suas descobertas que assim o fizeram.

1.     Brett Pelham: Tese do “egoísmo implícito” – a predisposição de gostarmos daquilo que associamos a nós mesmos.

2.     Mathias Mehl e James Pennebaker: Quantificação do comportamento social. Os relacionamentos representam uma parte considerável do ser humano (uns 30% são só conversação).

3.     Stanley Milgram (1974): Tese da “obediência à autoridade”: pessoas comuns obedecem a ordens de figuras de autoridade, mesmo que isso envolva prejudicar outros. Revela a influência do contexto social na moralidade individual.

4.     Hazel Markus (2005): “As pessoas são, acima de tudo, maleáveis”. Adaptamo-nos a nosso contexto social. Nossas atitudes e comportamentos são moldados por forças sociais externas.

5. Abraham Maslow (1943): “Os seres humanos buscam realizar seu pleno potencial (autorrealização), mas precisam atender às necessidades mais básicas primeiro para evoluir”. É a “Teoria da Hierarquia das Necessidades Humanas” ou "Pirâmide de Maslow" – as ações humanas são motivadas pelo desejo de satisfazer necessidades organizadas hierarquicamente, da mais básica para a mais elevada. 1) um nível de necessidade só precisa ser relativamente satisfeito para que o indivíduo foque no nível seguinte; 2) foco no que dá certo nos seres humanos e na sua busca por crescimento (psicologia humanista), ao contrário de focar apenas na doença ou disfunção...

A Pirâmide (da base para o topo):

1.     Fisiológicas: Alimentação, sono, respiração, sexo.

2.     Segurança: Emprego, saúde, propriedade.

3.     Sociais (Amor/Pertencimento): Amizade, família, intimidade.

4.     Estima: Autoestima, respeito, status.

5.     Autorrealização: Realização do potencial, criatividade.