Quem sou eu

Minha foto
São Francisco do Conde, Bahia.
PsicoPedagogo.
Obrigado pela visita! Volte Sempre!

"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

Arquivos do blog

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

A essência do Carnaval.

Metalinguagem carnavalesca.

Por que a escola de samba Viradouro levou a vitória do Carnaval carioca de 2026? Porque foi bem no alvo da festa: exaltou o seu mestre de bateria, a essência do Carnaval.

A pontuação foi perfeita, sem ter um décimo sequer descontado.

O tributo a Moacyr da Silva Pinto, o mais velho mestre de bateria vivo e ainda na ativa há 16 anos na escola, levou para a avenida o principal de tudo o que estava acontecendo ali – a própria cultura carnavalesca.

Para que esperar a saudade para cantar? Ora, quem venceu não foi apenas o sambista. Venceu o próprio Carnaval!

Enfim, “Para cima, Ciça!”. E foi!!!