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São Francisco do Conde, Bahia, Brazil
Professor, (psico)pedagogo, coordenador pedagógico escolar e Especialista em Educação.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 205 da Constituição de 1988).

Ø Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados. :)



“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

O Ano Novo de Donald Trump.

Virar a geopolítica de cabeça para baixo tem o propósito de esvaziar os bolsos dos adversários...

O jogo da extrema-direita consiste em investir no caos. Depois, valer-se do desgaste e do desregramento gerados por ele para impor agenda caótica. Da Ucrânia à Venezuela, passando pelo Brasil até chegar na guerra tarifária. É como se Trump sentasse em uma bola de demolição – o planeta.

Seu estilo é iconoclasta. Ele põe em marcha seu plano de desorganização do sistema de regras internacionais vigentes desde o pós-guerra, assentado no papel dos EUA como fiador do equilíbrio global. Por isso que ele corteja autocratas e promove uma nova categoria de isolacionismo e uso desabrido da força.

Resultado? Retrocedeu mais de um século no comércio global e instituiu uma guerra em que tarifas de importação se tornaram meios de combate político, como provam os casos indiano e brasileiro. Sabe aquelas tréguas frágeis em Gaza? Foram obtidas na busca de um Nobel da Paz que felizmente não veio (risos). E a obsessão pela suposta paz entre Rússia e Ucrânia? Muito calor e pouca luz até aqui. E ainda tem o desengajamento da Europa, que por décadas acostumou-se ao guarda-chuva norte-americano. Acabou? Não! Acena à rival China, apontando latino-americanos como alvo e a Venezuela de cobaia.

Enfim, seu caráter é mercurial e seu ego, descomunal. Que os EUA voltem os olhos para seu quintal e negue o multilateralismo é da natureza errática da extrema-direita; que ameacem destituir governos a bel-prazer, e fortes interesses, é só Imperialismo reeditado e muito retrocesso!

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