História 01:
Em 2005, Greg Hogan, aluno do 2º ano de faculdade, alcançou breve notoriedade nacional quando foi preso por um crime. Greg não correspondia à ideia do que as pessoas fazem de um criminoso. Era filho de um pastor batista e líder de sua turma, tocava violoncelo na orquestra da universidade e também trabalhava meio período com o capelão. Por isso, todos que o conheciam ficaram chocados ao saberem que ele fora preso por assalto a banco. Ao que parece, Greg fingiu ter uma arma e conseguiu roubar mais de 2.800 dólares de um banco das redondezas. Sua razão para isso? Em poucos meses, ele havia perdido 5 mil dólares jogando pôquer pela internet. O advogado do rapaz disse que seu hábito de jogar tinha se transformado em um “vício”. Greg foi internado em uma clínica para tratar do problema com o jogo. De certa forma, teve sorte – pelo menos, conseguiu ajuda.
História 02:
Moshe Pergament, de 19 anos, estudante de uma faculdade em Long Island, Nova York, não teve tanta sorte. Ele foi morto com um tiro depois de apontar uma arma para um policial. A arma que carregava era, na verdade, de plástico. No assento da frente de seu carro havia um bilhete que começava assim: “Senhor policial, isso foi parte de um plano. Lamento tê-lo envolvido. Eu só precisava morrer”. Moshe tinha acabado de perder 6 mil dólares apostando na World Series. Sua morte foi o que os policiais chamam “suicídio por um policial”.
Enfim, autoridades públicas e profissionais da saúde mental têm se preocupado com a popularidade dos jogos de azar – desde loterias até pôquer on-line. Está aumentando, principalmente entre os jovens. O que fazer?
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