O presidente dos EUA, Donald Trump, vem tentando montar um suposto “Conselho da Paz” para supervisionar a reconstrução, a governança e a transição política na Faixa de Gaza, após o cessar-fogo mediado pelos EUA, em meio a dois anos de conflito entre Israel x Hamas. A proposta é parte de sua estratégia de estabilização do território palestino.
Sua proposta tem sido alvo de muitas críticas internacionais. Entre elas:
1.
Ausência
de representantes palestinos no núcleo decisório;
2.
Protagonismo
explícito dos EUA;
3.
A
composição do Conselho com figuras controversas, tais como:
- Javier Milei
(Argentina);
- Recep Tayyip
Erdogan (Turquia);
- Abdel Fattah
al-Sisi (Egito);
- Mark Carney (Canadá).
Enfim, Trump também convidou Lula para
integrar o Conselho. Entretanto, é preciso muita cautela sobre os impactos
diplomáticos e geopolíticos desse convite de integração. Afinal, a composição
desse Conselho levanta dúvidas sobre a legitimidade e eficácia prática do
órgão.
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