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Aprovação
geral de Trump atingiu o menor nível desde o segundo mandato: 38%. O ex-presidente Obama tem toda razão!
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O
Estado democrático só é possível se há confiança dos cidadãos nas instituições.
É justamente essa confiança que más condutas individuais põem em risco.
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A democracia deixou de se apoiar em consensos tácitos e passou a
depender de atenção contínua, cooperação institucional e reconhecimento social ativo. As eleições de
2026 são um teste silencioso de sustentação democrática. Além de se defender
dos ataques explícitos às instituições, é preciso, sobretudo, preservar a
legitimidade do processo eleitoral. Isso equivale a atravessar ambientes com
ruído informacional constante, fadiga institucional acumulada e disputas
recorrentes sobre o significado de autoridade, verdade e derrota política. Lutar
contra a reconfiguração narrativa, a diluição de responsabilidades, a relativização
da gravidade dos ataques, o questionamento de decisões judiciais, a fragilidade
da autoridade legítima, a dúvida sobre resultados eleitorais verídicos, a
disseminação coordenada de desinformação (destaque para ferramentas de IA
generativa que produz maciçamente conteúdos sintéticos capazes de simular
documentos, imagens e falas), discursos de ódio e campanhas de deslegitimação
institucional, falsidades pontuais, fragmentação da própria ideia de realidade
compartilhada, ameaças como cotidiano político e as manobras do vocabulário
ambíguo da conciliação. A democracia brasileira enfrenta esses desafios a
partir de suas próprias fragilidades históricas, desigualdades persistentes e
déficits de confiança institucional. Enfim,
o maior perigo democrático é o da erosão progressiva da confiança pública. Por
isso, é preciso fortalecer seus mecanismos de autoproteção, preservando sua
legitimidade num ambiente de desgaste contínuo.
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A
economia brasileira enfrenta desafios colossais, dos efeitos do clima na
agricultura às incertezas associadas a Donald Trump.
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Não
pode haver dúvidas sobre a correção dos dados do PIB porque são eles que: definem
juros, avaliam investimentos, definem salário mínimo, desenham políticas
públicas. Medir geração de riqueza é uma questão de natureza intrinsecamente técnica.
Logo, técnicos precisam de independência para trabalhar com isenção.
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Veja
só, “civilização” depende de cidades. Não só. Depende também de escrita
operante, como as encontradas na egípcia, mesopotâmica, chinesa, maia ou
alfabética. Leis e direitos. Civilização implica superar preconceitos e
orgulhos, tais como esses que vêm nas tentativas de localizar as origens do
mundo moderno muito profundamente apenas na história europeia ou só pensar no
mundo moderno como algo que só pessoas com deficiência de melanina poderiam
fazer.
· Esses candidatos encenam “boas e más” ações nas pastas que comandaram para delas se valer como influência eleitoral. O uso da máquina pública para autopromoção é abusivo. Cada suposto gesto social é um comício. Situação e oposição fazem uso do mesmo expediente infrator e, talvez por isso, nem se acusem mutuamente, pois todos se tornam parceiros na transgressão. É o uso e o abuso do poder no exercício dos cargos. Nem existe mais constrangimento em desobedecer a Constituição, quando o quesito é separar atividades administrativas e ações eleitorais. Cadê a Justiça Eleitoral?
· Maus-tratos e negligência ficam ainda piores num serviço público ou privado, pois se tornam violência institucional. O que está na Constituição não cabe dificultar, constranger, interrogar ou agir como polícia. Isso só serve para constatar que uma vida também é esmagada por causa da engrenagem de moralismo e incompetência, graças às bancadas conservadoras. Aquela que troca a legalidade por métodos de coerção e de controle.
· A Lei 9.605/98, que trata de crimes ambientais, estabelece detenção de 03 meses a 01 ano, além de multa, a quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados. Quando se trata de cão ou gato, a pena é maior: reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda. A internet está cheia de fotos e vídeos de animais maltratados deliberadamente, imagens repugnantes feitas para atrair audiência dos insensíveis.
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