Quem vai financiar as ações globais para enfrentar as mudanças climáticas? Quanto será, qual o prazo e como serão os mecanismos de transparência?
197 países já concordaram com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. Restam agora os maiores responsáveis pela crise climática, os países ricos, financiem recursos para a transição energética, mitigação, adaptação e redução de emissões de gases do efeito estufa nos países em desenvolvimento (já extremamente vulneráveis à mudança climática, e que não devem ser inclusos como contribuintes obrigatórios porque são nações ainda em desenvolvimento).
Enfim, sugiro US$ 1 trilhão por ano (no mínimo).
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Vamos
lembrar que Donald Trump tirou os EUA do Acordo de Paris e promoveu retrocessos
ambientais em sua nação (como fez Bolsonaro), e agora o Trump volta ao poder.
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Determinar
o valor, prazos e mecanismos de transparência: US$ 1 trilhão por ano (mínimo).
É preciso destrava a meta de financiamento;
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O
cenário é de guerras (na Ucrânia e na Faixa de Gaza).
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Espera-se
que parte dos países indique novas metas de reduções de emissões (NDCs) na
COP-29, apesar do prazo ser até fevereiro.
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Também
não houve definição de financiamento para a biodiversidade em recente
conferência na Colômbia.
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Relatórios
vêm mostrando que está cada vez mais difícil conter o aquecimento dentro das
metas (limitar a alta de 1.5ºC na média global ante o nível pré-industrial).
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Outros
temas que serão debatidos: o mercado de carbono e medidas de mitigação e
adaptação climática.
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O
Brasil chega à cúpula após um ano difícil: enchente do RS, o dilema sobre a
exploração de petróleo, queimadas, seca e estiagem pelo país, e os desafios da
prevenção e respostas rápidas a catástrofes naturais – um plano de contingência.
A série de desastres é um alerta para a COP-30 (Belém).
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O
Brasil já apresentou suas propostas de cortes de GEE’s.
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