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São Francisco do Conde, Bahia, Brazil
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 205 da Constituição de 1988).

Ø Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados. :)



“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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segunda-feira, 11 de novembro de 2024

De onde virá o dinheiro?

 

Quem vai financiar as ações globais para enfrentar as mudanças climáticas? Quanto será, qual o prazo e como serão os mecanismos de transparência?

197 países já concordaram com uma redução gradual da exploração dos combustíveis fósseis. Restam agora os maiores responsáveis pela crise climática, os países ricos, financiem recursos para a transição energética, mitigação, adaptação e redução de emissões de gases do efeito estufa nos países em desenvolvimento (já extremamente vulneráveis à mudança climática, e que não devem ser inclusos como contribuintes obrigatórios porque são nações ainda em desenvolvimento).

Enfim, sugiro US$ 1 trilhão por ano (no mínimo).

·       Vamos lembrar que Donald Trump tirou os EUA do Acordo de Paris e promoveu retrocessos ambientais em sua nação (como fez Bolsonaro), e agora o Trump volta ao poder.

·       Determinar o valor, prazos e mecanismos de transparência: US$ 1 trilhão por ano (mínimo). É preciso destrava a meta de financiamento;

·       O cenário é de guerras (na Ucrânia e na Faixa de Gaza).

·       Espera-se que parte dos países indique novas metas de reduções de emissões (NDCs) na COP-29, apesar do prazo ser até fevereiro.

·       Também não houve definição de financiamento para a biodiversidade em recente conferência na Colômbia.

·       Relatórios vêm mostrando que está cada vez mais difícil conter o aquecimento dentro das metas (limitar a alta de 1.5ºC na média global ante o nível pré-industrial).

·       Outros temas que serão debatidos: o mercado de carbono e medidas de mitigação e adaptação climática.

·       O Brasil chega à cúpula após um ano difícil: enchente do RS, o dilema sobre a exploração de petróleo, queimadas, seca e estiagem pelo país, e os desafios da prevenção e respostas rápidas a catástrofes naturais – um plano de contingência. A série de desastres é um alerta para a COP-30 (Belém).

·       O Brasil já apresentou suas propostas de cortes de GEE’s.

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