As maiores economias do mundo, também são os maiores perdedores em cobertura florestal. O que não é uma contradição, mas uma constatação – o capitalismo é selvagem! Bloco do G20 responde por 68% dessa perda arbórea em 2023. Nessa lista, Canadá, Rússia, Brasil, Indonésia e EUA lideram.
Quando às perdas florestais em Florestas Primárias, ou seja, com os países que dispõem de florestas tropicais úmidas, lideram as perdas: Brasil, República Democrática do Congo, Bolívia, Indonésia e Peru. Apesar de ter sido o primeiro do ranking, o Brasil perdeu 36% a menos de floresta primária em 2023 do quem 2022. Assim, atingiu o patamar mais baixo desde 2015. Entre as possíveis explicações para a queda, estão a revogação de medidas contra o meio ambiente e o reconhecimento de novos territórios indígenas.
No caso brasileiro, as principais causas para a perda de cobertura florestal nos últimos anos estão associadas ao desmatamento em biomas como a Amazônia e o Cerrado. Esse desmatamento é geralmente provocado para abrir novas áreas para pecuária, agricultura ou para grilagem de terras.
Na bacia do Congo, por exemplo, os principais fatores que provocam o desmatamento são o uso do fogo na agricultura e a produção de carvão, a principal fonte de energia no país africano.
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Os
países, em geral, estão tendo dificuldades em colocar o mundo numa trajetória
de desmatamento zero.
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É
crucial avançar na proteção de florestas, nas metas de biodiversidade e na
criação de políticas públicas para incentivar e financiar a conservação e
restauração florestal.
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Por
trás dessas principais perdas, é possível que estejam incêndios ou
desmatamentos, por sua vez, são causados por secas intensas e aumento das
temperaturas, decorrentes das mudanças climáticas.
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O
desmatamento provoca um estresse climático, que ocasiona a redução de chuvas e
o aumento das temperaturas.

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