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São Francisco do Conde, Bahia, Brazil
Professor, (psico)pedagogo, coordenador pedagógico escolar e Especialista em Educação.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 205 da Constituição de 1988).

Ø Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados. :)



“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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domingo, 8 de setembro de 2024

Eleições dos EUA: 05 de novembro.

 Dois pontos: VodCast que não precisam ter pontos de vista antagônicos, o que a gente quer é conversar e debater a fundo, para ajudar a gente ter o próprio ponto de vista.

- Nos EUA, eleição demora meses. Modelo: não é decidida no voto popular, como a maioria das eleições ao redor do mundo. Cada Estado lá tem um peso, e foi criado em cada um, um Colégio Eleitoral, onde os representantes de cada Estado é quem decidem quem será o presidente. É o Modelo do Colégio Eleitoral. Nas eleições dos EUA ganha quem tiver 270 delegados no colégio eleitoral. Os estados mais populosos tem mais delegados, e vice-versa. Califórnia: 54 delegados. Texas: 30. Flórida: 30. Nova Iorke: 28. Etc.

- Outra particularidade: o voto não é obrigatório.

- Logo, ter o maior número de votos populares não significa que será eleito, porque depende do tamanho do Colégio Eleitoral, com votos mais estratégicos.

- Política é complicada, e volúvel. Favoritismo oscila. Emoção. Elemento de incerteza.

- Muitas “pautas de costumes”.

- Nos EUA, uma vez reeleito, não pode voltar mais, como aqui temos o Lula.3.

- Há um aumento do custo de vida nos EUA. Inflação.

- Um fato novo. Algo guardado para a véspera que pode chacoalhar e mudar inesperadamente a disputa. Já pensou a condenação de Trump? Um atentado.

- Os 3 conflitos principais para os EUA: guerra na Ucrânia, Gaza e Taiwan/China.

- Agenda ambiental.

- Temos um cenário bastante desafiador, em termos de manutenção da Democracia nos EUA.

- Mais do que ganhar, é preciso vencer com uma margem boa de segurança.

- O partido Democrata precisa lidar com a decepção da classe média e seu poder de consumo.

- O resultado, seja qual for, aponta para um país muito dividido outra vez. Existem muitas cicatrizes desse processo, e unir um país é muito desafiador.

- O que define a popularidade de um governo é a questão econômica. O bolso reflete o voto.

- A tendência é termos eleições muito mais polarizadas, não só nos EUA, mas aqui no Brasil e outros países da América Latina.

- Qualquer novo fato que apareça, ele pode mudar o rumo das eleições. Medida, polêmica, definida nas coisinhas.

- A política dos EUA transborda para o mundo todo, mundo esse já intensificado por conflitos, agenda climática sensível, conflitos ao redor do mundo... Cenário de eclosão de conflitos, aumentando desigualdades, lutando contra a emergência climática...

- Eleição dos EUA: ainda vamos viver na ordem mundial que vivemos (acordos multilaterais) ou se partiremos para uma coisa nova: EUA retraído, fechado, cuidando do próprio umbigo (China, Rússia). Desglobalização.

- Cadê o fortalecimento de espaços multilaterais, como a ONU, organismos outros.

 - Kamala tem mais traquejo que o Biden. Mulher negra. Advogada. Procuradora. Engaja melhor nas redes sociais e com os mais jovens. Mais carisma, consegue melhor engajar os jovens. Molecona, descolada. Descola do político tradicional. Rebeldes e ousadas, travessa. Traquina. Uma construção que ela tenta mover. Burocrata do governo que tenta adequar a comunicação. Memes. Estranhos. Tira um sarro do adversário, sem tanto preconceito. Agora o velho são eles, a gente é o novo. A grande fraqueza dela: economia e migração. Está tentando evitar ataques radicais e diretos para não incitar a polarização e a violência. Mitigar a violência política e fazer um discurso mais calmo. “Eu quero ser a presidente de todos”. Apela para Tik Tok, Instagram. A Democracia vai vencer no mundo: estamos com a Otan e a União Europeia.

- Tramp: racista, misógino, com eleitores antissistema, tenta sabotar pesquisas. Narrativa antimídia. Não consegue falar de política. Processos. Direção de republicano purista. Discurso bem marcado. Bandeiras bem definidas. Vou deixar de apoiar a Otan e a Ucrânia. Relações escusas e complicadas com o Putin. Campanha pautada na radicalização e na polarização. Deixa divisões na sociedade, isso numa sociedade com armamento em massa, com consequências ruins. 

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