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O número de pessoas que vivem nas ruas de SP aumentou 16,8 vezes, passando de 3.842 para 64.818 habitantes (entre 2012-2023);
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23 milhões de brasileiros
convivem, na vizinhança, com milicianos
e facções criminosas (Datafolha);
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Encontramos escolas total ou parcialmente fechadas por conta de
operações policiais (ou seriam as facções do crime ou ainda mais, a brutal
desigualdade de renda e social?): milhares de alunos afetados por falta
de ensino, insegurança alimentar
e traumas psicológicos;
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O setor de apostas esportivas cresceu 734% desde 2021. Movimenta
bilhões, faz nascer um novo e vil “empresariado”, favorece a lavagem de
capitais e patrocina a maior parte dos times de futebol. Compromete 20% do
orçamento de famílias mais pobres. Faz crescer o vício e o endividamento.
Apostadores deixam de pagar contas para jogar. O Governo se vê diante de
extraordinária fonte de arrecadação e recomenda que o jogador aposte com
responsabilidade.
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Ministros de direita “cagam” na Justiça e no STF a fim de sujar a
moral e a credibilidade das Leis, das regras e da reputação das instituições. São
estrategicamente “colocados lá” para manchar a Democracia. “Ministro
bolsonarista do STF pega carona em jatinho de ‘empresário’ do setor de apostas
e vai para a Grécia comemorar, em luxuoso superiate, o aniversário de cantor
sertanejo que tem bens bloqueados pelo Judiciário por suposto envolvimento no
escândalo de lavagem de dinheiro de tal ‘influenciadora’, atualmente presa”.
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O planeta é finito. O calor é desértico. A destruição ambiental
parece irreversível. Fumaça e fuligem cobrem os céus do continente. O Brasil
apodrece. O desconforto é físico, político, moral.
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Não existe produção humana de energia 100% limpa. Toda e qualquer
geração de energia tem algum ônus ou impacto. Resta optar pelo mal menor – as
mais renováveis. “A expansão das energias eólica e solar promove desmatamento da
caatinga, bioma único, protegido pelo Estado brasileiro. Como é energia limpa,
há relaxamento no licenciamento ambiental. Vegetação nativa é destruída para
instalação de fazendas solares. Poluição sonora de turbinas eólicas afeta sono
e audição de moradores locais, gerando ansiedade e depressão. Turbinas promovem
também a matança de aves ameaçando espécies em extinção. Empresas sustentáveis
criam cemitérios clandestinos para descarte de cata-vento e painel solar”.
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É verdade que abrir a mata para asfaltar estrada causa impacto
ambiental. Mas, é preciso sim asfaltar a BR 312, afinal, a população da região
Norte tem direito de ir e vir em estrada decente. Porém, o desmatamento maior
existe por causa do agronegócio e seus incêndios criminosos.
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A direita ver a sociedade
como uma célula da seleção natural – vilã, autofágica, onde só sobra os mais
fortes que não são necessariamente os melhores moralmente, mas os mais
malandros, traiçoeiros e ricos. Os que sabem tirar vantagens.
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A direita quer provocar uma “pandemia
de incêndios”, paralela à “epidemia
da Covid-19” no governo do inelegível. A intenção é dizer que falta
orientação sanitária, e jogar a população contra o Governo, fazendo-a acreditar
que não sofre apenas com os efeitos da seca, da poluição e do calor, mas a
falta de protocolos (de saúde, de economia) para lidar com “a crise ambiental”.
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Os incêndios são criminosos, e agora estão aproveitando a
cortina de fumaça para evitar a força de Lula nessas campanhas municipais e seu
fortalecimento do debate em prol da Democracia, evitar a anistia ao inelegível
e sua manada depredadora dos 3 Poderes em Brasília, combater as fake news e outros
projetos golpistas esperando ser desengavetados. Enfim, acabar com a imagem
internacional do Brasil como líder mundial da paz e das discussões sobre
energias renováveis e enfrentamento das mudanças climáticas. Querem tirar o protagonismo
e a soberania brasileira nos projetos e nos debates da COP-30 e jogá-las nas
mãos das empresas privadas. Veja:

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