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São Francisco do Conde, Bahia, Brazil
Professor, (psico)pedagogo, coordenador pedagógico escolar e Especialista em Educação.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 205 da Constituição de 1988).

Ø Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados. :)



“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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quarta-feira, 16 de novembro de 2022

Votação LGBTQIAPN+

 “É preciso que seja um voto tolerante e há uma tendência que isso ocorra nos locais em que há mais universidades, paradas LGBT e uma maior mobilização social”.

“Precisamos lembrar como a sociedade brasileira foi constituída, por homens brancos de alto poder aquisitivo. Todo o resto não participou do processo político, o que torna mais difícil de quebrar a barreira”. 

LGBTQIAPN+ é uma sigla que abrange pessoas que são Lésbicas, Gays, Bi, Trans, Queer/Questionando, Intersexo, Assexuais/Arromânticas/Agênero, Pan/Poli, Não-binárias e mais.

O eleitorado dos 5 deputados federais da comunidade LGBTQIAPN+ se concentra em áreas mais ricas. Uma das explicações para esse cenário seria a maior conscientização a respeito da agenda identitária nas áreas mais ricas.

 “Os obstáculos são, principalmente os partidos políticos que perpassam pela LGBTfobia institucional. Precisamos de critérios públicos para que os recursos sejam direcionados. Mas, para isso, precisamos provar que existimos, pois não temos dados oficiais. A Justiça Eleitoral precisa perguntar aos candidatos sobra sua orientação sexual”.

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