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São Francisco do Conde, Bahia, Brazil
Professor, (psico)pedagogo, coordenador pedagógico escolar e Especialista em Educação.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 205 da Constituição de 1988).

Ø Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados. :)



“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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terça-feira, 8 de novembro de 2022

Povoamos mal esse Planeta Azul.

Somos 8 bilhões no planeta.

Terra – um ponto pequenino na galáxia e um planeta gigante para nós.

Tantas grandezas, e ainda a luta pelo mínimo para assegurar dignidade de nascer, crescer, viver e morrer.

A ONU anuncia que o Planeta alcança 8 bilhões de habitantes, e nos damos conta de que este não é apenas número significativo pelo peso aritmético. Ao nos darmos conta de que mais de 75% vivem em nações subdesenvolvidas, 10% com menos de dois dólares por dia, cerca de 15% são analfabetos, metade nunca utilizou um telefone e menos de 50% têm acesso à internet, observamos que a desigualdade social se revela obscena na maior parte dos indicadores mais atuais.

·       Aumenta a transmissão de casos de Covid-19, com a circulação de novas variantes, como a chegada da cepa BQ.1 confirmada pela Fiocruz, a exigir a retomada de cuidados pessoais, como o uso da máscara em ambientes fechados;

·       Vemos com preocupação os estoques de vacinas remanescentes para as doses de reforço que devem ser aplicadas imediatamente em todos que não as fizeram, em especial os portadores de qualquer comorbidades ou imunodepressão;

·       E vemos com mais preocupação o atraso na disponibilização de vacinas bivalentes, ou de segunda geração, contendo a proteína spike da cepa Ômicron, que precisamos receber neste momento;

·       Não nos surpreende o aparecimento de novas cepas e variantes, sabedores de que esse é o comportamento mais esperado em viroses agudas de transmissão respiratórias epidêmicas, até que comecem a se estiolar, pelo tempo e pela cobertura vacinal massiva;

·       Entre as reflexões que explicaria a espécie de negação coletiva do risco que vemos entre nós: “a doença se moveu muito rápido, chegou, floresceu e desapareceu antes que muitos tivessem tempo de perceber o quão grande era o perigo. Na percepção popular, veio, pegou suas vítimas e desapareceu”. Isso precedeu a segunda onda, a mais letal.

No nascimento de Jesus éramos 170 milhões de humanos; no ano 1000, 330 milhões; no final do século XIV, alcançáramos 370 milhões, porém houve marcada redução demográfica com as pestes negras do período pré Renascimento. Alcançamos o primeiro bilhão no início do século XX, em 33 anos chegamos a 3 bilhões em 1960 e em 60 anos chegamos a atual população. Mesmo com o envelhecimento e baixa taxas de natalidade do mundo desenvolvido, é gritante a concentração demográfica de países pobres, como Bangladesh e Nigéria, por exemplo.

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