Há um novo campo de batalha política. Há uma nova guerra de símbolos, imagens, narrativas, especialmente por conta das redes sociais. Passamos a viver disputando a seara do simbólico.
Táticas:
1. O terror
permanente;
2. Uso do poder das
emoções de forma antiética;
3. A mentira não se
dissipa, mesmo ao escancarar a realidade factual;
4. Substitui
utopias (fantasias e sonhos) pela disseminação de mentiras;
5. A direita
fascista se agarra e se esconde numa “democracia de opiniões”;
6. Sem tirar a
gravidade dos fatos, eles são mais performance do que insurreições organizadas.
7. Há um total descompromisso
com a verdade.
8. O trumpismo e o
bolsonarismo vendem como realidade fantasias por eles professadas.
9. Há um
descompromisso com a verdade;
10. Confunde desejo
com mentira;
11. Os falsos iguais
alimentam a infâmia da extrema direita. O consenso sobre o que é verdade acabou
(denuncia-se a extrema direita no jornalismo profissional, ele denuncia de
volta a grande mídia nas redes, e o jogo parece igual, e sem fim).
12. O caminho do
ódio e dos bodes expiatórios é muito mais fácil (como fez Trump e Bozo).
13. Pode parecer perverso, mas precisamos encarar o crescimento de um outro tipo de ideia de democracia, defendida pelo populismo de direita. Uma “democracia de opiniões”, diferente da constitucional. Seu foco é no direito de cada pessoa dizer o que bem entende, independentemente dos fatos. Um dos problemas é que algumas dessas opiniões são meras insanidades.
Então essa será nossa pauta de luta para os próximos anos: cabe a esquerda defender com força a ordem, as leis, o status quo da velha democracia constitucional. O foco deve ser a luta pelo consenso democrático. A esquerda deveria exigir o cumprimento da ordem e da Constituição. É preciso defender a verdade e a democracia. Ou seja, temos que ter a opinião da maioria do nosso lado.
Enfim,
os imbecis não podem ter razão (resumo do novo programa do PT/Lula).
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