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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 205 da Constituição de 1988).

Ø Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados. :)



“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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terça-feira, 8 de novembro de 2022

A seara do simbólico.

Há um novo campo de batalha política. Há uma nova guerra de símbolos, imagens, narrativas, especialmente por conta das redes sociais. Passamos a viver disputando a seara do simbólico.

Táticas:

1.     O terror permanente;

2.     Uso do poder das emoções de forma antiética;

3.     A mentira não se dissipa, mesmo ao escancarar a realidade factual;

4.     Substitui utopias (fantasias e sonhos) pela disseminação de mentiras;

5.     A direita fascista se agarra e se esconde numa “democracia de opiniões”;

6.     Sem tirar a gravidade dos fatos, eles são mais performance do que insurreições organizadas.

7.     Há um total descompromisso com a verdade.

8.     O trumpismo e o bolsonarismo vendem como realidade fantasias por eles professadas.

9.     Há um descompromisso com a verdade;

10.  Confunde desejo com mentira;

11.  Os falsos iguais alimentam a infâmia da extrema direita. O consenso sobre o que é verdade acabou (denuncia-se a extrema direita no jornalismo profissional, ele denuncia de volta a grande mídia nas redes, e o jogo parece igual, e sem fim).

12.  O caminho do ódio e dos bodes expiatórios é muito mais fácil (como fez Trump e Bozo).

13.  Pode parecer perverso, mas precisamos encarar o crescimento de um outro tipo de ideia de democracia, defendida pelo populismo de direita. Uma “democracia de opiniões”, diferente da constitucional. Seu foco é no direito de cada pessoa dizer o que bem entende, independentemente dos fatos. Um dos problemas é que algumas dessas opiniões são meras insanidades.

Então essa será nossa pauta de luta para os próximos anos: cabe a esquerda defender com força a ordem, as leis, o status quo da velha democracia constitucional. O foco deve ser a luta pelo consenso democrático. A esquerda deveria exigir o cumprimento da ordem e da Constituição. É preciso defender a verdade e a democracia. Ou seja, temos que ter a opinião da maioria do nosso lado.

Enfim, os imbecis não podem ter razão (resumo do novo programa do PT/Lula).

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