“Adoramos a perfeição, porque não a podemos ter [...] O perfeito é o desumano porque o humano é imperfeito” (Fernando Pessoa).
Muitos são os tipos, graus, agudos e graves dos
ruídos. Tem o do motor acelerado. Tem o do barulho dos carros, ônibus e caminhões
ecoando nos edifícios vizinhos. Tem o do tráfego de motos sem silenciosos. Tem
o dos carros de propaganda e automóveis com alto-falantes enormes que rodam
pela cidade e param em postos de gasolina. Tem o dos paredões ruidosos.
Porém, o ruído não é só produzido pelos humanos e
suas máquinas. O ruído é qualquer interferência que distorce a transmissão de
uma mensagem de um emissor (quem fala ou escreve) para um receptor (quem ouve
ou lê).
Destacamos três:
1) Ruídos de natureza semântica: como o
uso de palavras ambíguas;
2) Ruídos psicológicos: como o estado
emocional do emissor ou do receptor que se refletem no tom de voz;
3) Ruídos por diferenças de contextos
culturais: que dificultam o entendimento e levam a interpretações
equivocadas.
Por fim, há também o “ruído ensurdecedor”, que
é aquele que fica entre as reivindicações da população e as ações dos
administradores municipais. A população pede direitos nos espaços públicos e a
prefeitura os destrói ou finge que não escuta.
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