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São Francisco do Conde, Bahia, Brazil
Professor, (psico)pedagogo, coordenador pedagógico escolar e Especialista em Educação.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 205 da Constituição de 1988).

Ø Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados. :)



“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Ruídos.

 

“Adoramos a perfeição, porque não a podemos ter [...] O perfeito é o desumano porque o humano é imperfeito” (Fernando Pessoa).

Muitos são os tipos, graus, agudos e graves dos ruídos. Tem o do motor acelerado. Tem o do barulho dos carros, ônibus e caminhões ecoando nos edifícios vizinhos. Tem o do tráfego de motos sem silenciosos. Tem o dos carros de propaganda e automóveis com alto-falantes enormes que rodam pela cidade e param em postos de gasolina. Tem o dos paredões ruidosos.

Porém, o ruído não é só produzido pelos humanos e suas máquinas. O ruído é qualquer interferência que distorce a transmissão de uma mensagem de um emissor (quem fala ou escreve) para um receptor (quem ouve ou lê).

Destacamos três:

1) Ruídos de natureza semântica: como o uso de palavras ambíguas;

2) Ruídos psicológicos: como o estado emocional do emissor ou do receptor que se refletem no tom de voz;

3) Ruídos por diferenças de contextos culturais: que dificultam o entendimento e levam a interpretações equivocadas.

Por fim, há também o “ruído ensurdecedor”, que é aquele que fica entre as reivindicações da população e as ações dos administradores municipais. A população pede direitos nos espaços públicos e a prefeitura os destrói ou finge que não escuta.

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