A ideia é não deixar os fios expostos na rua e proteger a rede da ação do tempo, de vândalos, de acidentes (começou no Brasil em 1940)... Evitando assim, a frequência da queda de energia. Só que 85 anos depois, ela avançou muito pouco: RJ (11%); SP (7%); Brasília (74%, mas mesmo assim já teve vários apagões); mas considerando todo o país, apenas 1% da distribuição de energia é feita por rede subterrânea. Esse sistema é adotado em Nova York, Londres, Paris e Buenos Aires.
- Vantagens: maior confiabilidade, menor
risco de queda de energia, vida útil superior a 30 anos, paisagem urbana mais
limpa. A rede inteligente também é amarrada por ligamentos: quando ocorre um
deslocamento pontual, não ocorre um desligamento de todo um bairro, mas de 1 ou
2 ruas. A situação é pontual.
- Desvantagens: alto custo de implantação (8x mais que a fiação aérea), manutenção mais cara e demorada (pela dificuldade de localização do defeito).
Enfim, tecnicamente ideal,
economicamente caro. Buscar esse equilíbrio através de uma regulamentação específica
das áreas mais sobrecarregadas, porém, cairia num impasse de somente os usuários
dessas áreas pagarem pela mudança, e não todos os consumidores.
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