50: 36 + 14 = Bahia.
Entender os perfis das cidades é o primeiro passo para qualquer estratégia eleitoral dar certo. Por exemplo, avançar a leitura dos dados nos 50 maiores municípios baianos (onde vivem 55,41% da população baiana). Destacamos os 10 maiores municípios: Salvador, Feira de Santana, Vitória da Conquista, Camaçari, Lauro de Freitas, Itabuna, Juazeiro, Ilhéus, Porto Seguro e Barreiras.
Há, aí, uma grande concentração urbana e populacional. Dentre esses, o que teve a maior perda proporcional de população no período foi Candeias (-12,96%) e o que mais ganhou foi Luís Eduardo Magalhães (79,53%), que passou a ser a 17ª maior cidade baiana com 107.909 habitantes. Assim, há “um cinturão populacional e urbano” em torno de qual candidato?
Análises:
·
Quanto maior a população do município, melhora o desempenho da
oposição ao PT;
·
E vice-versa, quanto menor a população do município, melhora o
desempenho do PT;
·
CONCLUSÃO
1: é o Coletivo Ampliado que esmaga o Partido dos Trabalhadores,
porque essa “(in)consciência” coletiva está muito bem manipulada;
· Apesar da boa performance da oposição, a força do PT ainda leva votos finais, pois os "manipulados" sentem no final a dor "de ter sido passado para trás". Nos 50 maiores municípios baianos, Jerônimo venceu em 36 e ACM Neto em 14 cidades, revelando um desempenho significativo inversamente proporcional ao tamanho da população.
Enfim, CONCLUSÃO 2: a tarefa principal é a unificação
da base governista, evitando disputas internas que coloquem em risco a perda
de prefeitos. Os partidos aliados ao governo petista precisam de uma boa
votação para compensar a disputa acirrada nos maiores colégios eleitorais.
Interessa a Jerônimo aumentar a base governista com mais prefeituras diante de
um cenário acirrado de votos como foi a eleição passada. A antecipação dos
debates sobre o que fazer em 2024 vai além das tratativas de qual será a melhor
tática eleitoral na capital baiana.
Nenhum comentário:
Postar um comentário