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São Francisco do Conde, Bahia, Brazil
Professor, (psico)pedagogo, coordenador pedagógico escolar e Especialista em Educação.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 205 da Constituição de 1988).

Ø Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados. :)



“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Confronto geoeconômico.

 

O “confronto geoeconômico” é um tipo de guerra sem armas. Acontece quando um país decide usar a economia como instrumento de pressão sobre outras nações. Assim, é caracterizado pelo uso de tarifas, restrições a investimentos, controles sobre cadeias de suprimentos e disputas por recursos estratégicos. É o que os EUA estão fazendo ao usar intimidações tarifárias, gerando uma perigosa espiral de confronto comercial com a China e outros países.

O confronto geoeconômico entre países passou a ocupar o primeiro lugar no ranking de riscos globais, superando o temor de conflitos armados. Esse movimento amplia a incerteza, pressiona o comércio internacional e aumenta o risco de choques econômicos globais. Portanto, trata-se de um cenário em que ferramentas de política econômica deixam de ser instrumentos de cooperação e passam a funcionar como armas estratégicas.

Causa e consequência disso é a própria agenda política de Trump, que fez o lucro dos bilionários aumentar como nunca antes. E isso à custa da erosão do tecido social e sua proteção, com desfinanciamento das agências de cooperação e suas lutas contra a fome e a doença no mundo. O descumprimento do papel dos EUA dentro dessas agendas reforça essa relação entre aumento da extrema riqueza e aprofundamento da pobreza e da desigualdade.

Veja só, a fortuna dos bilionários alcançou um novo recorde: US$ 18,3 trilhões. A empresa deles avançou 3x mais rápido do que a média dos 5 anos anteriores. Só o que aumentou (US$ 2,5 trilhões) é quase igual à soma de tudo o que tem a metade mais pobre da humanidade.

Agora são mais de 3 mil bilionários no mundo! O Brasil é o país da América Latina com o maior número deles: 66! 

Por outro lado, a redução da pobreza estagnou: quase metade da população mundial vive na pobreza. Quase 1 em 4 pessoas no mundo não tem o que comer regularmente.

Enfim, as chances de retrocesso democrático são 7x maiores em países com grande abismo entre ricos e pobres. Nosso desafio não está na falta de diagnóstico, mas na queda da capacidade coletiva e da disposição política para agir de forma coordenada. Enfrentar esses desafios exigirá alianças mais sólidas entre governos, empresas, universidades e sociedade civil, sob o risco de o mundo se aproximar de um ponto crítico difícil de ser revertido.

domingo, 18 de janeiro de 2026

A teoria de TUDO!

 

·       TESE 01: Criação de filhos. A parentalidade hoje é dominada por um massacre de orientações. São infinitos manuais, dicas conflitantes, especialistas para tudo. Se por um lado o Brasil é um país marcado por ausências (física e emocionais), principalmente por parte do pai; por outro lado, a falta de convivência e intimidade também faz com que muitos pais acabem fazendo pelos filhos o que as crianças deveriam enfrentar por si próprias. O caminho precisa ser o do meio – permitir que enfrente o incômodo e as consequências, enquanto oferecemos apoio e orientação. Meio a tantos ruídos e dedos apontados, é preciso encontrar seu próprio caminho. Enfim, o que você pode fazer para resolver esse problema? Fazer menos é deixar a criança errar antes de fazer por ela, e valorizar o erro como parte da aprendizagem. O tédio é a maior fonte da criatividade. Brinque sozinho antes de ser entretido por mim. Não ofereça telas! Enfrentar o risco. Experimentar a sensação de aventura sem correr perigo real (ela constrói coragem, noção de limites e autoconfiança). Enfim, paradoxalmente, quando os pais fazem menos, as crianças podem crescer mais.

·       TESE 02: Brasil entre China e EUA (Pequim-Itamaraty-Washington). Doutrina geopolítica de Trump desafia diplomacia do Itamaraty: como mediar em favor do Brasil? Como o país fará valer seus interesses diante de países com muito mais poder? Como redefinir o ponto de equilíbrio entre Washington e Pequim? Guiar-se por preferências ideológicas e alinhar-se a um dos polos ou servir-se do pragmatismo para se beneficiar de todos os lados?  EUA alegam que, enquanto mantinha distância do continente, a China aproveitou para fincar raízes. Passou a financiar projetos de infraestrutura, a erguer fábricas e a firmar parcerias em setores estratégicos, como energia, mineração e agronegócio. Agora, o Itamaraty será testado na defesa dos laços brasileiros com a China, maior parceiro comercial brasileiro, mas também na negociação de termos vantajosos na maior aproximação com Washington. As estratégias envolvem várias questões em diferentes áreas que geram conflitos de interesses para o Brasil entre chineses e norte-americanos:

- o Brasil conta com a segunda maior reserva mundial de terras-raras e outros minerais críticos para a transição energética (o país engatinha na exploração de suas reservas, e seria frustrante converter-se em mero fornecedor primário);

- a Economia brasileira apresenta alto grau de digitalização, que torna o país mercado crucial para o desenvolvimento de tecnologias como a telefonia celular de sexta geração (6G) ou a inteligência artificial (IA);

- a disputa pela Soja. O Brasil aproveitou a aproximação com a China apostando num mundo multipolar – ela se tornou o maior importadora da soja brasileira, mercado em que o principal concorrente são os EUA. Após o tarifaço, os EUA exigiram da China prioridade à nossa soja;

- menos manufaturados e mais industrializados. O Brasil precisa melhorar a qualidade das transações comerciais. O país basicamente exporta matérias-primas e importa manufaturados para a China. No comércio com os EUA, a pauta é mais diversificada.

Sugestões

1) o Brasil precisa atrair refino e beneficiamento desses minérios, absorvendo a tecnologia hoje controlada pelos chineses; 

2) também deve atrair data centers para processamento dos dados necessários ao funcionamento dos sistemas de IA; 

3) aproveitar nossa matriz energética limpa (pois tais centrais são consumidoras vorazes de eletricidade); 

4) saber aproveitar a oportunidade para desenvolver recursos humanos e incorporar tecnologia de norte-americanos e chineses; 

sábado, 17 de janeiro de 2026

Bastidores da política.

·       Líder do PL teve R$ 430 mil encontrados em sua casa em dezembro e alegou ser fruto da venda de um imóvel. Mas registro do negócio só foi feito depois da operação. Sóstenes registrou venda de imóvel 11 dias após PF apreender dinheiro vivo. 

·       Irã na corda bamba: fatores que levam à queda de um regime:

- revolta social;

- crise econômica forte;

- crise de legitimidade do regime;

- isolamento externo muito grande;

- humilhação militar;

- fragmentação da oposição e das elites.

“Conselho da Paz” em Gaza.

 

O presidente dos EUA, Donald Trump, vem tentando montar um suposto “Conselho da Paz” para supervisionar a reconstrução, a governança e a transição política na Faixa de Gaza, após o cessar-fogo mediado pelos EUA, em meio a dois anos de conflito entre Israel x Hamas. A proposta é parte de sua estratégia de estabilização do território palestino.

Sua proposta tem sido alvo de muitas críticas internacionais. Entre elas:

1.     Ausência de representantes palestinos no núcleo decisório;

2.     Protagonismo explícito dos EUA;

3.     A composição do Conselho com figuras controversas, tais como:

- Javier Milei (Argentina);

- Recep Tayyip Erdogan (Turquia);

- Abdel Fattah al-Sisi (Egito);

- Mark Carney (Canadá).

Enfim, Trump também convidou Lula para integrar o Conselho. Entretanto, é preciso muita cautela sobre os impactos diplomáticos e geopolíticos desse convite de integração. Afinal, a composição desse Conselho levanta dúvidas sobre a legitimidade e eficácia prática do órgão. 

O inconsciente.

As pessoas não são senhoras de suas próprias mentes... 

Quem elaborou uma noção mais organizada de “inconsciente” foi o médico austríaco Sigmund Freud (1856-1939). Figura influente e controversa do século XX, Freud bateu forte na crença predominante de que as pessoas estão completamente cientes das forças que afetam o seu comportamento.

Isso foi possível porque Freud lançou esforços para tratar doenças mentais com um procedimento inovador (a psicanálise), isto é, pessoas atormentadas por problemas psicológicos, tais como medos irracionais, obsessões e angústias.

A experiência advinda da análise da vida de seus pacientes o levou à noção de “inconsciente” – estrutura abaixo da superfície da consciência, mas que, apesar de tudo, exerce grande influência sobre o comportamento, pois ali contém pensamentos, memórias e desejos. Daqui surgiu sua teoria psicanalítica que tenta explicar a personalidade, a motivação e doenças mentais, focalizando determinantes inconscientes do comportamento.

Esse conceito de inconsciente freudiano foi baseado em uma variedade de observações.

Exemplos

1.     Lapsos verbais aparentemente sem sentido muitas vezes pareciam revelar os verdadeiros sentimentos de uma pessoa;

2.     Sonhos de pacientes geralmente expressavam sentimentos importantes, dos quais não estavam cientes;

3.     O comportamento é fortemente influenciado pela maneira como as pessoas lidam com suas compulsões sexuais.

Conclusão: distúrbios psicológicos são, em grande parte, causados por conflitos pessoais que estão latentes em um nível inconsciente.

Enfim, apesar das inúmeras controvérsias e refutações científicas, a psicanálise sobreviveu para se tornar uma perspectiva teórica influente, com muitos conceitos inseridos na corrente principal da psicologia.


Definições de Psicologia.

  

1.     Wundt: “A psicologia é o estudo científico da experiência consciente”. Definição pautada na fisiologia, que molda a psicologia a partir da física e da química. Foca na consciência, enquanto conscientização da experiência imediata. Essa orientação manteve a psicologia focada unicamente na mente. E os métodos usados para investigar essa mente teriam que ser tão científicos quanto os dos físicos/químicos. Fundam-se muitos novos laboratórios universitários destinados à pesquisa psicológica (só na América do Norte foram 23 entre 1883-1893). Wundt se baseou em Edward Titchener e o Estruturalismo: “A tarefa da psicologia era analisar a consciência nos seus elementos básicos e investigar como esses elementos estavam relacionados”. Os estruturalistas queriam identificar os componentes fundamentais ou conteúdos da experiência consciente, tais como as sensações, os sentimentos e as imagens (visão, audição, tato). Usavam o método de introspecção, ou observação sistemática e minuciosa da própria experiência consciente. Ao analisar a consciência nos seus “elementos”, os estruturalistas estavam estudando pontos estáticos daquele fluxo.

- laboratório; sensação, percepção.

“O livro que apresento ao público é uma tentativa de demarcar um novo domínio da ciência... A nova disciplina se apoia em bases anatômicas e psicológicas... Deve-se declarar, a partir de qualquer ponto de vista, que o tratamento experimental dos problemas psicológicos ainda é incipiente”.

2.     William James e o Funcionalismo: “A psicologia devia investigar a função ou o propósito da consciência, seu fluxo, em vez de sua estrutura”. Não se pode desconsiderar a natureza real da experiência consciente, que seria um fluxo contínuo de pensamentos. É o manifestar, o movimento, a expressão da consciência. Sua teoria da emoção permanece influente até hoje, e seu livro “Principles of Psychology, 1890” é leitura obrigatória para gerações de psicólogos, talvez o texto mais influente na história da psicologia.

- como as pessoas adaptam seus comportamentos às demandas do mundo real que as circunda; investigar os testes psicológicos, os padrões de desenvolvimento em crianças, a eficácia das práticas educacionais e diferenças comportamentais entre os sexos.

- muitos historiadores dão a vitória ao funcionalismo, que fomentou o desenvolvimento de dois descendentes importantes – o comportamento e a psicologia aplicada. Porém, ambas as escolas de pensamento gradualmente desapareceram.

“A consciência, então, não aparece para si mesma cortada em pedaços. Palavras como ‘corrente’ ou ‘série’ não a descrevem adequadamente... Ela não é uma junção; ela flui. Um ‘rio’ ou ‘córrego’ são as metáforas pelas quais ela é mais naturalmente descrita”.

3.     Freud: traz o inconsciente à tona. Influente e controverso, seus esforços para tratar as doenças mentais. Procurou tratar pessoas atormentadas por problemas psicológicos: medos irracionais, obsessões e angústias com um procedimento inovador – a psicanálise. O inconsciente contém pensamentos, memórias e desejos que estão muito abaixo da superfície da consciência, mas que, apesar de tudo, exercem grande influência sobre o comportamento.

“Aquele que tem olhos para ver e ouvidos para ouvir pode se convencer de que nenhum mortal consegue guardar um segredo. Se os lábios ficarem silenciosos, ele fala com as pontas dos dedos; a traição emana dele por todos os poros. E assim a tarefa de tornar consciente os mais ocultos recessos da mente é quase impossível de realizar”.

“Donroe”: Trump e Monroe.

 

Uma análise de risco mostra que o comportamento de Donald Trump é uma das maiores preocupações para o mundo em 2026. A doutrina de Trump reivindica um poder neoimperial, baseado na doutrina Monroe (1823): América para os americanos”.

O objetivo dessa doutrina era afastar os colonizadores europeus por meio de ameaças e intervenções o tempo todo, provocando desestabilização criada por movimentos populistas de direita, apoiadores de Trump.

Há 03 grupos de países: A) pressionados; B) mistos e; C) recompensados.

O governo Trump tem várias correntes:

A) os que querem a dominação global;

B) os que visam o fim da imigração latino-americana;

C) os que querem demonstração do poderio militar;

D) os que desejam obter petróleo barato.

O Secretário de Estado de Trump está tentando reunir isso tudo isso em uma coisa só – a Teoria Donroe. Uma doutrina trumpista que reivindica para os EUA um poder neoimperial, de modo que a história futura só se lembre dele.

Enfim, a doutrina defende que os EUA devem ter uma hegemonia incontestável sobre todo o Hemisfério Ocidental. Para isso, usa política retrógrada para controlar o quintal dos EUA com pretensões ambiciosas, ameaças e intervenções. O objetivo de Trump nas Américas é afirmar sua primazia, por meio da pressão militar, coerção econômica e vinganças pessoais. Daí as tarifas, sanções, uso da força...












quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Eleições 2026: hipótese 02.

 

Por que essa eleição tende a ser decidida por uma fatia pequena do grande eleitorado brasileiro? Porque há um padrão muito consolidado de voto (“voto calcificado”) no Brasil de 2002 para cá. Há o voto petista e o voto antipestisa.

- O Brasil tem 05 grupos políticos no eleitorado: Lulista (19%) e Esquerda não lulista (14%) = 33% (de eleitores com voto provável em Lula). Direita não bolsonarista (21%) e direita bolsonarista (12%) = 33% (equivalem). E há 32% de independentes (a maior parte está desanimada, apática, abstendo do processo eleitoral. Desses, só 10% tendem a votar na eleição de 2026). CONCLUSÃO: no fundo, ganha a eleição quem conquistar corações e mentes desses 10% do eleitorado ou bem convencer os apáticos.

Quais são os fatores que decidem o voto dessa fatia tão cobiçada de eleitores? Democracia, segurança pública, corrupção, desburocratização são muito importantes. Quem apresentar soluções concretas para isso, terá mais chance de obter o voto desses.

Eleições 2026: hipótese 01.

Quem vai empunhar a bandeira do conservadorismo em 2026?

A frase seguinte é bonita, mas, neste caso, é preciso saber de quem veio: "nossa missão de dar continuidade ao nosso projeto de nação". Enfim, foi profetizada pela extrema direita.

 

A direita vem ensaiando a melhor chapa para disputar com Lula.4. Seus nomes são: Tarcísio (Republicanos), Michelle (PL) e Flávio (PL), este, o nome escolhido para liderar a chapa da direita no próximo ano. Aqui, a estratégia é fazer um herdeiro da força simbólica de "ser um Bolsonaro". Mas, Flávio não chega "limpo": rachadinhas, imóveis, negócios controversos - ele tem telhado de vidro. E em campanha presidencial, o holofote não perdoa. Tudo volta, tudo reaparece, tudo vira munição...

Na eleição de 2022, Jair perdeu por pouco. O recall do númro 22 e do nome cravado no topo da urna segue vivo na cabeça de milhões de eleitores. E é exatamente essa memória eleitoral que a campanha tentará reativar agora. O time bolsonarista aposta pesado na repetição do número 22 e no poder do sobrenome no topo da chapa. É simples, mas eficiente. Em uma eleição polarizada, memória vale voto. 

Quais são as forças e fraquezas de Lula?

FORÇAS:

- eleitores que ganham mais de 10 mil reais/mês;

- os que têm ensino superior;

- eleitores entre 45-59 anos;

- na região Nordeste;

- Lula.3, presidente no terceiro mandato, tem vasta musculatura política;

- A economia criou uma base sólida para Lula: melhoria de renda, emprego em alta, isenção do IR até R$ 5 mil. O presidente disputa 2026 com entregas concretas para mostrar. Ele navega com vantagem real, para além de favoritismo de pesquisa, é de contexto mesmo!

FRAQUEZAS:

- entre jovens de 16 a 24 anos;

- entre evangélicos;

- a direita ainda mergulha em sua reestruturação, subordinada ao sobrenome Bolsonaro (a direita brasileira, hoje, é menos um projeto político e mais um sobrenome tentando sobreviver); 

- Flávio, senador, com trajetória política pouco conhecida;

- as falácias/mentiras da retórica da extrema direita:

a) aposentados são roubados pelo próprio governo;

b) narcoterroristas dominam cidades e exploram trabalhadores;

c) estatais voltam a ser saqueadas;

d) novos impostos não param de ser criados ou aumentados;

e) nossas crianças não têm expectativas de futuro;

f) cita o nome de Deus para essas falácias e promessas.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

08 Mitos sobre a Psicologia.


Concepções equivocadas sobre a Psicologia:

1.     Mito: A maior parte das pessoas usa apenas 10% da capacidade cerebral.

2.     Mito: Tocar música de Mozart para bebês aumenta a inteligência.

3.     Mito: A hipnose é um estado de “transe” singular que difere em essência do estado de vigília.

4.     Mito A hipnose é útil para recuperar memórias de eventos esquecidos.

5.     Mito: O teste do polígrafo (“detector de mentiras”) é um meio preciso de detectar desonestidade.

6.     Mito: Os opostos se atraem: somos mais romanticamente atraídos por pessoas que diferem de nós.

7.     Mito: As pessoas com esquizofrenia possuem múltiplas personalidades.

8.     Mito: Uma grande parte dos criminosos usa, com sucesso, a insanidade em sua defesa.