1. Devastação caiu -17% no Cerrado e -23,5% na Amazônia no ano passado (2025). É o menor no país desde 2019! (Fonte: MapBiomas).
2. PIB cresceu +1,1% no 1º trimestre. No acumulado em quatro trimestres, alta é de +2%, graças às boas medidas do Governo. Isenção de IR, salário mínimo, mercado de trabalho aquecido, novo consignado, serviços, indústria e outras medidas de incentivo puxaram consumo das famílias. Ou seja, nossa economia está mais aquecida!
3. O Governo Federal lançou um plano para melhorar a qualidade de vida, alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS), que devem ser alcançados até 2030. E vem avançando... Tabagismo e consumo de bebidas açucaradas, por exemplo, têm estimativas de queda a níveis até menores do que os almejados.
4. Criação da Unind (Universidade Federal Indígena), primeira instituição de ensino superior do Brasil concebida para e pelos povos originários. Tem sede em Brasília e estrutura multicêntrica para alcançar diferentes regiões do país. Seu início está previsto para 2027. Uma universidade para mudar a universidade, pois não se trata de incluir indígenas em modelos universitários coloniais, mas dar-lhes a autonomia de decidir seu próprio currículo no ensino superior. Afinal, é estratégico doutorar os filhos indígenas, ocupar as universidades e travar a luta por direitos com a caneta, como a formação de advogados indígenas e outras profissões. Enfim, o conhecimento indígena é também contemporâneo e político: produz ciência na gestão territorial, na prevenção de queimadas, na fitoterapia, no manejo da biodiversidade, na governança comunitária.
5. “Reforma Casa Brasil”: Programa do Governo que oferece crédito para reformas de casas e já financiou R$ 1,3 bilhão em obras só nos seis primeiros meses de operação. Fechou 76 mil contratos entre novembro e maio, e vem turbinando o programa. O limite de renda familiar mensal para acesso ao programa passou de R$ 9,6 mil para R$ 13 mil e a taxa de juros total caiu para 0,99% ao mês – antes, o piso de juros era 1,17%. O prazo máximo de financiamento, por seu turno, saltou de 60 para 72 meses (Dados: Caixa).
6. Analfabetismo no Brasil cai para 4,9%, menor taxa da série histórica (IBGE).
7. Mercado aquecido, melhoria de emprego. Mais brasileiros pedem demissão em busca de um emprego melhor. Mais de 9 milhões de trabalhadores solicitaram desligamento em 12 meses até abril. A maioria deles trocou de emprego.
8. Possível superávit comercial de US$ 75 bilhões da balança comercial neste ano de 2026, apesar dos tarifaços de Trump! Exportações brasileiras aos EUA recua ao menor nível em 30 anos após tarifaço (em 31 de julho de 2025, com tarifas que chegaram a 50% para alguns itens), com quase todos os Estados (24 dos 27) sentindo queda nas vendas. A fatia dos EUA nas vendas brasileiras recuou para 9,3% (ante 12,4% e já ficou em 26%) do total exportado pelo país (entre agosto de 2025 e maios de 2026). Nunca a parcela americana para esse período de 10 meses foi tão pequena (desde 1997). E virão mais: se forem aplicadas e se acumularem, as tarifas médias sobem para 18,2% - 8,6 pontos a mais do que as atuais, e a nova tarifa atingiria 21% das exportações aos EUA. Ainda assim, o Brasil buscou outros parceiros, e o resultado agregado da balança comercial poderá ser de US$ 75 bilhões em superávit comercial neste ano de 2026 (acima dos US$ 68,1 bilhões em 2025)! Puxado por petróleo, que deve ser o principal item exportado pelo país, sob influência da guerra no Oriente Médio. Enfim, e o Brasil busca mais acordos para reequilibrar seu comércio.
9. A luta pela manutenção de jovens na escola avançou bastante nos últimos anos (Pnad Contínua, 2025)! Foram adotadas boas iniciativas para recompor a aprendizagem, com conteúdo capaz de estimular interesse e autoestima. No ano passado, foi lançado pelo MEC o Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens e o novo PNE, com metas até 2036 (com muitos direcionamento, apoio técnico e material pedagógico). Enfim: 1) temos a presença de 99,5% das crianças de 6 a 14 anos na escola; 2) a quantidade de jovens de 15 a 29 anos sem o ensino médico completo e que não frequentam a escola caiu de 10,95 milhões (em 2019) para 7,85 milhões (em 2025). Apesar dos avanços, os desafios persistem: são mais de 7 milhões de jovens de 14 a 29 anos que não completaram o ensino médio e estão fora da escola; e cerca de 2 milhões dessa faixa etária que abandonaram a escola e ainda afirmam não ter interesse em estudar. Pouco mais de 8 milhões de pessoas de 15 a 29 anos não estudam nem trabalham.


