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São Francisco do Conde, Bahia, Brazil
Professor, (psico)pedagogo, coordenador pedagógico escolar e Especialista em Educação.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 205 da Constituição de 1988).

Ø Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados. :)



“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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domingo, 12 de abril de 2026

Sutilezas da inteligência.

Existem outras formas de vida inteligente, 

mas a verdade é que os cérebros egóicos não curtem essa ideia ou possibilidade.  

Ainda acreditamos no dogma de que só existe inteligência num roteiro de neurônios biológicos produzindo imagens mentais e consciência. É a ideia pré-copernicana de Universo guiado pela Terra ou a centralidade humana como pressuposto para a existência de inteligência.

Pensar não é pré-requisito para ser inteligente. Nem inteligência é só o critério de “nossa imagem e semelhança”. A inteligência está longe de ser um constructo estável e uma propriedade só humana – linguagem, sistema nervoso centralizado, presença inafiançável de neurônios e intenção explícita.

Você sabe o que são Planárias? Elas aprendem por associação (se distanciam de locais não seguros e a resposta aprendida reaparece no novo cérebro regenerado quando se perde o primeiro). Borboletas passam a evitar os riscos que correu quando ainda eram lagartas (as informações ficaram guardadas em seu sistema nervoso). Se você extrair o RNA dos tecidos de animais treinados e injetar em espécimes não treinadas o resultado será compatível à experiência original. Também há memória na reconstrução de partes de organismos regenerativos (tudo o que está no estado fisiológico da criatura antes de sofrer um corte reaparece depois dele). Até em reações químicas oscilantes o sistema exibe memória, isto é, o estado futuro depende de sua história (processamento de informação sem um “alguém aí”). A reação química tem um quê de aprendizado porque os recursos moleculares de que este emerge precedem a própria vida. Não estamos vendo nenhum neurônio aqui, mas outras redes celulares também capazes de filtrar ruídos e orientar condutas, ainda que de maneira mais lenta e menos especializada. O princípio é o mesmo, só o substrato que varia.

É o que também acontece no debate recente sobre inteligência artificial (IA), em que ainda é verdade o fato da “máquina não pensar”, mas isso não a impede de “ser inteligente”. Levamos na cara o monte de coisas que estão aprendendo a fazer muito melhor do que nós. IAs aprendem, generalizam e corrigem erros. Acima de tudo, usam o passado para se orientar ao futuro, ainda que não tenham a menor ideia do que isso significa.

Enfim, não confunda posição funcional com privilégio ontológico. A inteligência está mais para uma coleção de gambiarras extraídas das propriedades do mundo do que para uma condição existencial de seres assim ou assado. Existem outras formas de vida inteligente, mas a verdade é que os cérebros egóicos não curtem essa ideia ou possibilidade. 

sábado, 11 de abril de 2026

Novo transporte: foguetes.

Novo mapa: espaço sideral.

Do turismo espacial em larga escala à mineração da Lua e de asteroides. Hoje vemos países se digladiarem por reservas de terras raras por aqui. Amanhã, poderão estar disputando esses mesmos recursos em solo lunar. Sem falar em outras aplicações como geração de energia limpa a partir do espaço (H-3) e mesmo a colonização.

¼ do século XXI, foguetes reutilizáveis abrem o Sistema Solar à humanidade. Uma nova tecnologia para reuso rápido e prático de lançadores de foguetes viabiliza novas aplicações do equipamento (os ônibus espaciais), o que pode tornar o voo ao espaço algo quase tão comum quanto viajar de avião nos próximos 25 anos.

Entenda, depois de um lançamento exitoso e sua finalidade alcançada (como colocar satélites em órbita), a corrida agora é por um estágio de volta ou pouso reutilizável. Também aumentar a capacidade de carga. Se lançar é difícil, pousar em seguida é ainda mais. Enfim, cumprir seu objetivo na ida, mas também na volta – a tentativa de pouso sem os prejuízos de se espatifar. Os foguetes reutilizáveis vieram para ficar. Há uma disputa desenhada entre China e EUA pelo controle do espaço cislunar, e o ano de 2026 pode acabar com um ente chinês, privado ou público, dominando também essa tecnologia essencial.

Foguetes não é tecnologia nova. Até recentemente, eram enormes e caríssimos para sua construção, descartados após um único uso, pois suas partes eram descartadas ao longo do voo. Combinados por propulsão por combustão química e esquema de estágios, obtiveram uma base de razoável efetividade. No século passado, graças aos trabalhos de Konstantin Tsiolkovsky, davam sinais de que viabilizariam viagens espaciais. Virou realidade com os V-2 suborbitais, desenvolvidos por Wernher Von Braun para a Alemanha nazista, em 1944, como arma de guerra – foram os primeiros foguetes a atingir o espaço. Mais tarde, consolidaram seu uso dual, também útil para fins pacíficos.

Assim foram desenvolvidos nos anos 1970 os ônibus espaciais, lançados pela primeira vez ao espaço em 1981 – subiam como foguetes e desciam como aviões. A ambição da Nasa era inseri-los na dinâmica da aviação, mas em 1986 viria a acontecer a tragédia de Challenger, o ônibus espacial que explodiu pouco após a decolagem matando os 7 astronautas a bordo. Depois ainda teve o acidente fatal com o Columbia, em 2003. Ainda assim, a Nasa os manteve em operação até 2011, a fim de concluir a construção da Estação Espacial Internacional.

Exigindo muita manutenção e trazendo tantos riscos, os foguetes espaciais eram mais caros do que voos com os convencionais foguetes descartáveis. Em 2004, a SpaceShipOne, projeto do engenheiro Burt Rutan com financiamento de Paul Allen, cofundador da Microsoft, foi o primeiro grupo privado que conseguiu desenvolver um veículo suborbital (capaz de voo espacial, mas sem atingir velocidade orbital). Também o Jeff Bezos e sua Blue Origin, tentou o que parecia impossível: além da decolagem, realizar o pouso também na vertical, usando propulsão.

Na era da exploração espacial, enquanto um foguete suborbital só sobe até a beirada do espaço (100 km de altitude) e desce de volta, atingindo quando muito uns 5000 km/h, um foguete que impulsionará um veículo até a órbita precisa atingir uma velocidade muito maior, cerca de 27 mil km/h. Isso implica desafios maiores quando um estágio desse foguete precisa reentrar na atmosfera e guiar-se para um pouso vertical controlado. Mas, a combinação de poder computacional de processamento rápido e a grande quantidade de sensores embarcados estão aí para isso. E a IA está pronta para gerir!

Informações extras:

·         O primeiro foguete a realizar um pouso vertical controlado após impulsionar uma cápsula ao espaço foi o New Shepard, em 23 de novembro de 2015;

·         O foguete Starship (com 123m de altura), da SpaceX do Elon Musk, vive decolando da Starbase, no Texas (EUA). Foram 11 voos de teste de 2023 até 2025. Ela realizou o pouso vertical com o foguete Falcon 9 (com alguns avanços, depois da New Shepard). A empresa de Musk é líder absoluta de lançamentos comerciais no mundo todo;

·         O New Glenn (98m de altura) da Blue Origin, também de dois estágios, de Jeff Bezos, realizou a estreia do veículo em janeiro de 2025 e fez um segundo voo em novembro, quando pousou o primeiro estágio em uma balsa no mar;

·         Toda essa redução radical no custo dos lançamentos permitiu à SpaceX realizar uma megaconstelação de satélites em órbita baixa para fornecimento de sinal de internet rápida de baixa latência em escala global (capacidade acima de governos). Lançando seus satélites às dúzias com os foguetes Falcon 9, a companhia já tem mais desses artefatos no espaço do que o resto do mundo combinado. São neste momento cerca de 8.000 satélites da rede em órbita, mais de 65% do total em operação hoje. Com isso, a empresa literalmente inventou um novo mercado de exploração do espaço;

·         A Amazon tem sua própria iniciativa semelhante a SpaceX, com o Projeto Kuiper;

·         Os chineses também planejam suas megaconstelações em órbita baixa.

Enfim, a correria espacial é tanta que já há grandes preocupações sobre o sobreuso da região do espaço. Não satisfeito com a poluição do planeta e o consequente aquecimento global e suas crises climáticas decorrentes, agora estão jogando lixo em excesso também no espaço sideral.

Cemitério de Filósofos.

 Teses de intelectuais de direita do Brasil:

1) O Brasil é um cemitério de filósofos.

2) País onde é impossível qualquer atividade que siga um método e uma prática racionais.

3) O sucesso no Brasil é reservado aos bandidos, aos canalhas e aos répteis.

4) Um dos grandes filósofos assassinados no Brasil é Montesquieu, conhecido pela defesa da separação entre os 3 Poderes (não só não há separação entre os Poderes no Brasil, como os próprios Poderes só servem para destruir os brasileiros).

5) O STF declara (um reconhecimento legal) que há “racismo estrutural” no Brasil e que medidas devem ser tomadas.

6) O Brasil fica, cada vez mais, refém de juízes, promotores e advogados.

7) Outro filósofo assassinado no Brasil é o Immanuel Kant (pois não há maioridade no país: o estado  em que uma pessoa introjeta a lei moral racional universal, superando a necessidade de contenção externa, ou seja, já com a lei no coração, sem necessidade da espada no pescoço).

8) tocando nas condições materiais e históricas de existência do povo, jamais alguém agirá de acordo com a lei moral de modo natural, assim como respira.

9) Cada vez que você for fazer algo, se pergunte antes “todo mundo poderia fazer a mesma coisa?”. Se a resposta for não, você não estaria sendo ético. Aqui, ninguém faz essa pergunta. E se fizesse, a resposta seria “não”. O “imperativo categórico” ou “ser ético” é uma piada no Brasil.

10) Oficialmente, há um déficit de prática moral baseada no imperativo categórico no Brasil e medidas urgentes devem ser tomadas a fim de resolver esse déficit. Esse tipo de autocontenção deve ser praticado pelo próprio STF e outras cortes Brasil a fora.

11) Desejar feliz Ano-Novo no Brasil é uma piada de mau gosto. Aqui, nunca há Ano-Novo. 

12) Eles tentam matar o Karl Marx de novo, todos os dias!

sábado, 28 de março de 2026

A origem das Cidades.

Por que vivemos tão juntos? 

As pessoas são simples, mas vão se tornando complicadas. Por quê? Porque vão se misturando. A convivência torna-nos mais complexos! Vivemos em cidades porque isso facilita a nossa vida, mas também cria um monte de problemas.

No início, as pessoas viviam em pequenos grupos que andavam por aí caçando animais e colhendo plantas. Com o tempo, a tendência foi de a maioria parar quieta e começar a plantar e criar animais. E as pequenas comunidades se transformaram nas cidades que conhecemos hoje.

Logo, a origem da cidade está no mercado. Enquanto as pessoas conseguiam viver com o que elas mesmas faziam, dava para morar longe e sozinho. Mas o mundo foi ficando mais complicado, e passou a fazer mais sentido dividir as tarefas. Eu planto arroz, você planta feijão e o fulano descola o frango. Nesse novo cenário, a gente pode até morar separado, mas precisa de um lugar para ir trocar nossas coisas.

Resultado: 08 em 10 pessoas do planeta vivem em grandes centros urbanos, cidades menores ou vilarejos. No Brasil, são quase 9 a cada 10.

Assim:

1.     As cidades reúnem as pessoas. Fica mais fácil resolver as coisas que dependem dos outros se a gente estiver morando todo mundo perto;

2.     As pessoas começam a se reunir umas com as outras para trocar suas coisas. Se você morar no campo, você vai produzir alguma coisa e levar para a cidade, onde vai poder vender e comprar outras coisas;

3.     Não são só as pessoas que vão ficando mais “complicadas”. Suas “coisas trocadas”, também! As indústrias surgiram para isso. Antes, se vivia com o dinheiro da colheita das plantações, então as pessoas não precisavam estar sempre nos mesmos lugares. As fábricas mudaram tudo;

4.     Juntar para dividir o trabalho. Pessoas e fábricas ficaram mais juntas para trabalhar (as fábricas fizeram as cidades crescer);

5.     Antes, uma pessoa ou pequeno grupo ganhava dinheiro vendendo um produto que produzia do começo ao fim. Mas, no modo de produção capitalista, isso o fragmentou internamente por partes de produção, e externamente, em uma rede de fábricas. Perdeu-se a verdade do todo, por causa da fragmentação;

6.     Qualquer pessoa pode influenciar como as coisas funcionam na cidade. A cidade vira cidade pelas pessoas, que chefiam representantes políticos para decidir o que é feito em cada canto dela;

7.     Todos nós somos uma força para produzir e organizar as cidades. O que muda é o poder que cada um de nós tem;

Mas, nem tudo funciona na cidade como deveria. Vivemos juntos, mas nem todo mundo vive bem. Onde e como as pessoas moram?

1.     Nas favelas, por exemplo, a cidade é construída de forma paralela ao modo como a Lei manda. O sistema capitalista separa os que têm dos que não têm. Sem condições e excluídas, muitas pessoas constroem suas casas, ao longo do tempo, por conta própria e sem autorização da prefeitura. Muitas até pagam pelo espaço, mas não por vias oficiais;

2.     Como é a qualidade da habitação? Há pessoas que não têm onde morar ou moram em más condições. E existe a questão de onde ficam as casas, se tem água tratada, iluminação pública, esgoto e coleta de lixo;

3.     Há o crime organizado: pessoas que se juntam para quebrar leis. Essas pessoas às vezes ocupam regiões da cidade e tomam decisões que, em teoria, deveriam ser dos políticos;

4.     Como é a qualidade do transporte? Se as pessoas não conseguem morar perto do trabalho, elas precisam ir até onde há serviço. Isso também vale para hospitais, escolas, cinemas e teatros, parques e tudo mais. Daí surgirem o trânsito, os ônibus e metrôs abarrotados, etc.;

5.     As mudanças climáticas e o Aquecimento Global vão mudar o jeito de viver nas cidades. A temperatura do mundo está aumentando por causa da poluição humana. Isso faz com que problemas que já existiam, como enchentes e secas, piorem. Ter um morro ali não é um desastre natural. O desastre é colocar alguém para morar no morro. Isso também vale para a ocupação de espaços que já são dos rios (várzeas).

Ora, se as cidades produzem problemas, também podem produzir soluções. Os especialistas estão aí para isso, como os urbanistas, que são treinados para pensar em como as cidades são e podem funcionar. Que tal uma “cidade-esponja” capaz de utilizar grandes parques para absorver a água das chuvas e evitar alagamentos (como Curitiba, cidades da China e dos EUA)? Ou um ótimo BRT, tipo de corredor de ônibus que faz com que eles funcionem quase como um metrô a céu aberto? Etc.

Viajar é legal, não só para alcançar outro destino, mas reparar como outros lugares foram construídos, como se organizam e as pessoas dali vivem. Cidades inusitadas, que propõem diferentes maneiras de viver junto:

1.     Veneza: surgiu dos romanos fugindo das invasões bárbaras (séc. V), que encontraram em uma grande laguna (lagoa rasa de água do mar) o melhor refúgio (norte do mar Adriático). Ali fincaram milhares de troncos e fizeram uma base para soerguer as construções. Em vez de avenidas, canais de água; em vez de carros, são os barcos que cruzam de um lado para o outro. Atualmente, a cidade recebe mais de 30 milhões de turistas todos os anos;

2.     Roma: ganhou cara de cidade com os etruscos no ano 600 a.C. que construíram redes de esgotos, estradas, pontes e lugares como o Fórum – onde as pessoas se reuniam para discussões, cerimônias e julgamentos. Foi governada por reis (monarquia), comandada por representantes eleitos pelo povo (república) e potência de impérios. Atualmente, é um grande museu a céu aberto, com a vida moderna convivendo com ruínas milenares (como as do Coliseu, ano 70 d.C.);

3.     Machu Picchu: está em nossa América! Civilizações pré-colombianas como a dos incas, construíram um império do atual Equador até o Chile (1450) – uma cidade de pedras numa montanha a 2.430 m de altitude. Nem precisou Colombo chegar aqui (em 1492) para tudo isso existir. Hoje, Machu Picchu é uma das 7 maravilhas do Mundo Moderno, e recebe 1,6 milhão de turistas todos os anos.

4.     Brasília: construída do zero pelo modernismo brasileiro (em 1950, Juscelino Kubitschek transferiu a capital do Rio de Janeiro para o planalto central de Goiás), foi encomendada sob promessa de evitar o caos das metrópoles, a setorização: Esplanada dos Ministérios (para abrigar prédios do governo), Quadras (grandes quarteirões residenciais), Quadras Comerciais Únicas (para farmácias, outra só para pet shops, o setor hoteleiro, etc.).

5.     Pompeia: cidade inteira soterrada no ano 79, pelo vulcão Vesúvio (Itália). Foi redescoberta só em 1748, por escavações na região.

6.     Pripyat: foi fundada nos anos 1970 para abrigar trabalhadores da usina nuclear de Tchenóbil (Ucrânia). Mas, com o maior acidente nuclear da história em 1986, os quase 50 mil habitantes deixaram tudo para trás, fugindo dos efeitos mortais da radiação. E serão necessários mais 900 anos para voltar a ser habitada novamente com segurança.

7.     Qiddiya: construída em 2017 pela Arábia Saudita (Oriente Médio) para ser a capital mundial do entretenimento (possui a mais rápida montanha-russa do mundo, a Falcon’s Flight, com 195 m de altura e velocidade de 250 km/h). Tudo graças à descoberta de grandes reservas de petróleo, que enriqueceram a região e a transformaram num novo polo de desenvolvimento de negócios e de turismo.

8.     Chongqing: cidade 8D, no sudoeste da China, com geografia montanhosa e prédios gigantescos em vales e alto dos morros (32 milhões de habitantes). Todos são conectados por praças, terraços e trens que os atravessam com se estivessem atravessando túneis.

Enfim, a história da convivência humana em grupos é longa, tão antiga quanto a própria história da humanidade. Seus problemas também trazem oportunidades que perpassam por inovações e esforço político para aplicar soluções aos desafios das cidades (como bons Planos Diretores). É preciso desconstruir a prática segregadora e excludente do capitalismo, e investir em um Estado forte e operante, capaz de construir espaços públicos com equidade. A Constituição está aí, não faltam leis; falta mesmo que elas saiam do papel, sem antes serem devoradas pelas privatizações que não entregam aquilo que prometem – a melhoria dos espaços e seus serviços públicos.

Debates Políticos – 2026.

 

·         A mídia deseja tornar o governo democrático constitucional do Brasil em algo funcionando como uma autocracia (submetendo Poderes e perseguindo opositores) ou uma monarquia nacional. Em teoria, uma Democracia; na prática, funcionando na mão mercadológica de autoritários. É a política submetida ao poder econômico pela manipulação midiática. Nesse cabo de guerra, a democracia está presa entre (des)construções – desafio de mudança e risco de revanches.

·         Notícia boa! Ícone da ultradireita mundial, Viktor Orbán (62, primeiro-ministro da Hungria desde 2010), é derrotado depois de votação histórica e comparecimento recorde às urnas. O partido do opositor (Tisza), Peter Magyar, obteve 138 das 199 cadeiras do Parlamento (garantindo a Magyar ou os 2/3 necessários para mudar a Constituição). Agora, é hora de reverter o retrocesso democrático e autocrático.

·         Pesquisas DataFolha  (a 6 meses dos pleitos) dizem que o cenário atual do 1º turno é o mais apertado/acirrado para Lula desde 2002, em relação às eleições em que saiu vencedor. A vantagem de Lula sobre o seu principal opositor era de 10 pontos (em 2002), 17 pontos (em 2006) e 21 pontos (em 2022). Agora em 2026, Lula teria 39% ante 35% de Flávio Bolsonaro (suposta diferença de apenas 04 pontos).

- “Herança maldita”: Sim, a culpa é da gestão passada de Bolsonaro, por alguns déficits do governo Lula.3. A gestão passada promoveu uma espécie de estupro das contas públicas, o que explica as dificuldades fiscais do Governo. De qualquer modo, o Estado deve ser o motor do crescimento e essa é a direção: benefícios e reajuste do salário mínimo, concessão de renúncias fiscais a Estados e Municípios comprometidos com o social, manutenção e fortalecimento de estatais, incentivo ao crédito, investimento em programas sociais e aumento de subvenções. 

- Clã Bolsonaro pressiona EUA a classificar CV e PCC como terroristas. Flávio e Eduardo Bolsonaro fazem lobby pela medida cogitada por autoridades dos EUA e vista como trunfo do senador nas eleições. 

- Na corja do Flávio Bolsonaro incluem políticos de direita com trânsito no mercado financeiro e outros da pior espécie: ex-ministros de Bolsonaro (PL), o influenciador Pablo Marçal (PRTB, que já colocou à disposição seu arsenal de comunicação digital), partidos do centro, etc. Quem tem sido o braço-direito do senador nesse meio é Filipe Sabará, ex-secretário municipal de João Doria. Estratégias do Flávio, o candidato anti-Lula: apresentar-se como um “Bolsonaro moderado”, livrar-se de auxiliares inexperientes e inábeis, reunir nomes de credibilidade, ampliar agenda de viagens pelo país (a começar por São Paulo e Minas Gerais), reverter votos que migraram para Lula, estreitar ainda mais as relações com os ruralistas, participar de eventos de aproximação com banqueiros e investidores (como integrantes do banco suíço UBS e empresários da Riachuelo) e seguir a “cartilha de Paulo Guedes” (prometendo diminuir impostos, controlar a taxa de juros e enxugar a máquina pública). O desejo de Flávio é ser respeitado no Senado, fazer composições políticas e conversar com todos.  

- Imagine usuários tendo seus dados armazenados por empresas privadas de Tecnologia, como quer o pré-candidato ao Planalto, Ratinho Júnior (PSD), governador do Paraná, ao defender a privatização da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar)? O Ministro Dino acertou de novo ao suspender o ato. Ora, se empresas estatais de tecnologia têm dificuldades em competir com a iniciativa privada, o que precisamos fazer é fortalecê-las, não privatizá-las! Como ficará a proteção de dados dos paranaenses uma vez entregues a empresários? Qual a garantia que se tem do não repasse desses dados pessoais sensíveis a empresas privadas? Se ele pensa assim para o cidadão do Paraná, imagina o que virá para o povo brasileiro?

- Entre outras commodities, a soja enriquece muito empresário. Na bancada do Agro no Congresso, ela é bastidor de disputa da categoria. Nas últimas décadas, a soja do Brasil triplicou em produção, mas a logística de transporte não. Quem deve investir em infraestrutura para fazer a carga escoar? Ainda prevalecem os portos do Norte e Nordeste (e a BR-163: Arco Norte). É sabido que 66% de tudo o que é transportado no Brasil acontece em cima de um caminhão (com a guerra no Oriente Médio e os impactos nos combustíveis, a queda na importação do diesel (-60%) faz o preço do combustível ofertado pela Petrobrás disparar, bem no início da colheita da supersafra de soja - entendeu um dos motivos da Petrobras entrar nos debates do Mercado Financeiro?). 2/3 de toda a soja brasileira vão para o exterior (o que sobra para o Brasil e os brasileiros nessa história?). Quase 30% saem só do Mato Grosso. O mundo compra tanta soja porque é a base da alimentação asiática. Ela é matéria-prima para o óleo, farelo de soja pra ração geral, vira emborrachados, presente nos pneus e fertilizantes que compramos de volta. Enfim, gargalos logísticos x prioridades de investimentos estão nos bastidores da política.

- Preço baixo do cacau preocupa produtores do Sul da Bahia. 1 arroba da amêndoa do cacau agora está em R$150 quando chegava a R$900. Em parte, isso se deve ao grande volume de cacau importado da África (Costa do Marfim e Gana). Ocorre manifestação em Ilhéus contra isso, que afeta o emprego (caem 6 trabalhadores para 1 na área). Qual a real necessidade dessa importação? Competir com o chocolate europeu? Enfim, aqui está um caso que ilustra “a lei da oferta e dea procura” do Mercado.

- Governo Lula define divisão de R$ 30 bilhões em investimentos em projetos estratégicos para Forças Armadas, como as urgências contratuais dos programas nuclear. O valor está fora da meta fiscal previsto para os próximos 6 anos: Marinha (desenvolvimento de submarinos), Força Aérea Brasileira (caças Gripen) e Exército (blindados). Parecia que não, mas a ampliação dos recursos se faz urgente, sobretudo após a operação conduzida pelos EUA para capturar Nicolás Maduro (Venezuela), algo inédito na região. 

- O Oscar e o “Agente Secreto", bem como “Ainda Estou Aqui”, levaram a nossa cultura, a nossa língua e a nossa história para o lugar mais alto do cinema global, e com recursos federais de políticas públicas para a cultura. 

-     Na campanha, o presidente Lula deve focar em divulgação de ações apenas deste ano (Lula.3) ou de toda a sua gestão (Lula.1-2-3)? Nosso Senhor do Bom Começo ou Nosso Senhor do Bom Fim?

-     Há uma forte expectativa da extrema-direita em atrair atentados terroristas para o Brasil, alimentando células violentas. No Rio de Janeiro, bomba em ponto de ônibus explode e deixa 8 feridos. O intento da mídia é explorar uma agenda de segurança mais dura no país. 

-     Humor pré-eleitoral: é marcado por insegurança e desânimo. A maioria dos brasileiros se diz insegura (69%), desanimada (61%) e com medo do futuro (61%) quando pensa no país. Receio da extrema-direita retornar ao poder. 

- Por que o veto a militares da ativa no governo está travado no Congresso desde 2024? Porque o tema deixou de ser prioridade do Centrão, em uma Casa conservadora  e capitalizada, movida por interesses de parlamentares da (extrema) direita. Ora, a tramitação dessa PEC que proíbe militares da ativa de ocuparem cargos civis nos Executivos das três esferas já deveria ter se consolidado. Afinal, o 8 de Janeiro de 2023 já demonstrou a sua necessidade. 

É nítida uma direita populista investindo com força contra o STF, tentando minar sua imagem, gerar desconfiança dos brasileiros na Corte e desgastar o Judiciário com o caso Master. 

- De uma forma geral, a TV é um veículo de direita, estrategicamente também feita por gente de esquerda. Afinal, ela precisa falar para o Brasil inteiro.

segunda-feira, 23 de março de 2026

O "não-Ser".

 

Já era o “solucionismo tecnológico”. Já é “ceticismo tecnológico”. Já vem o “acelerismo tecnológico”?

A humanidade não tem nada de especial, sobretudo quando deparada com a existência da morte, o que mostra que somos limitados. Seu destino é ser substituída por tecnologias inteligentes.

O capitalismo em si é a primeira forma de inteligência artificial. Ao avançar, toma decisões para perpetuar a si próprio, sem apego nenhum ao ser humano, suas tradições e instituições. Tudo é consumível no seu movimento prometeico.

O que se mostra hoje é que o capitalismo não precisará mais do trabalho humano. A Inteligência Artificial vai eliminar 75% dos empregos. Será capaz de produzir e avançar sozinho, tornando os humanos finalmente supérfluos. Isso é aceleracionismo.

Então, a principal forma de agência humana não seria justamente sua oposição ao capitalismo? A humanidade não é central? Ou a nossa salvação passará a vir daquilo que só o diabo pode oferecer?

Arquivos...

 A persistência da memória... 

A preservação da memória e o acesso a informação são bases para a construção de um futuro mais auspicioso para o País.

Arquivos são centros de cidadania, transparência e memória.

Preservar a memória é condição indispensável para a vivacidade de uma sociedade democrática. Até hoje, por exemplo, o país peleja para lidar com as cicatrizes de seu passado autoritário e imensurável. Sofremos não só o risco do esquecimento, mas também da distorção oportunista da verdade factual, a depender das vontades dos poderosos de ocasião.

Não formam uma nação os cidadãos que são incapazes de chegar a consensos mínimos sobre sua história e objetivos comuns, baseados em fatos reconhecidos como tais por todos.

Enfim, em tempos de revisionismos convenientes e ampla disseminação de desinformação, é fundamental existir e modernizar órgãos de Arquivos Públicos. É preciso assegurar a integridade e a acessibilidade dos registros históricos. Afinal, o futuro de uma sociedade que maltrata sua própria memória jamais será promissor.

Colocações cirúrgicas!!!

 

·       Avanço da tecnologia para realizar transações financeiras, como o Pix, e a redução de custos eliminam 37% das agências bancárias em 10 anos. Introdução de instrumentos como Pix (que revolucionou o mercado de pagamentos) e redução de gastos dos bancos fazem com que 48% das cidades não tenham mais unidades físicas, onde 27% dos pagamentos são realizados. Hoje, há pouco mais de 14 mil estabelecimentos do tipo no país. São 48% dos municípios nessa situação, o que afeta o equivalente a 9% da população. Culpados são os bancos, que buscaram maximizar lucros em detrimento do atendimento à população, particularmente os mais pobres e idosos, que tendem a usar mais serviços físicos. Nos EUA, por exemplo, a rede bancária física segue em expansão devido ao menor entusiasmo com os serviços digitais. 

·        Apesar da consolidação das agendas digitais, o papel segue relevante no consumo cultural. Não é só uma questão de auto-organização, mas também de equilíbrio e bem-estar. 

·        Um ator pode ser o que ele quiser. Porque também somos capazes de mau-caratismo. 

·        “O passado, poderoso, golpeia com força o presente, assim como oceanos, vento e chuva contra falésias de calcário” (Ian McEwan). 1) somos obrigados a refletir sobre a precariedade de narrativas para tornar menos inaceitável o absurdo do presente que ajudamos a construir – aquele em que marés após marés de convicções e debates equivocados solapam o penhasco desde o qual contemplamos o horizonte; 2) há uma responsabilidade coletiva pela nossa tendência cognitiva inata a priorizar o conforto imediato em detrimento dos benefícios de longo prazo; 3) E ainda temos que lidar com falácias que carecem de base científica; 3) O Que Podemos Saber abrange o passado, o presente e o futuro para levantar questões profundas sobre quem somos e para onde vamos; 4) os arquivos do início do século XXI, cativado pelas liberdades e possibilidades da vida humana em seu auge, expõem a sensação de catástrofe iminente e imagina um mundo futuro onde nem tudo está perdido.

·       Sobre o Banco Master. É importante frisar que a investigação das irregularidades no Banco Master foi aberta pelo atual Governo Lula. Veja o montante de desvio de aposentadorias do INSS que o governo buscou investigar a raiz e o ressarcimento dos prejudicados. E tudo começou lá atrás, nas doações de campanha feitas pelo empresário Fabiano Zettel, cunhado do dono do Master, Daniel Vorcaro, ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), em 2022. Isso explica a crise de liquidez do Banco, com R$ 127 milhões em obrigações de curto prazo a vencer, mas apenas R$ 4 milhões em caixa, sem falar dos R$ 2 bilhões em depósitos compulsórios em atraso. Ora, como um banco de R$ 80 bilhões que deveria ter entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões em títulos livres, tinha apenas R$ 4 milhões em caixa?  

·       A escassez hídrica não decorre apenas de fatores climáticos, mas principalmente a partir de sucessivas omissões em seu enfrentamento. Os dados mostram, em SP, que a perda de água entre as estações de tratamento e as torneiras da população continua acima de 35%. E os reservatórios, em níveis críticos. Urgem providências em todos os sentidos, porque sem água a vida se precariza terrivelmente. 

·       Aprovação geral de Trump atingiu o menor nível desde o segundo mandato: 38%. O ex-presidente Obama tem toda razão!

·       O Estado democrático só é possível se há confiança dos cidadãos nas instituições. É justamente essa confiança que más condutas individuais põem em risco. 

·       A democracia deixou de se apoiar em consensos tácitos e passou a depender de atenção contínua, cooperação institucional e reconhecimento social ativo. As eleições de 2026 são um teste silencioso de sustentação democrática. Além de se defender dos ataques explícitos às instituições, é preciso, sobretudo, preservar a legitimidade do processo eleitoral. Isso equivale a atravessar ambientes com ruído informacional constante, fadiga institucional acumulada e disputas recorrentes sobre o significado de autoridade, verdade e derrota política. Lutar contra a reconfiguração narrativa, a diluição de responsabilidades, a relativização da gravidade dos ataques, o questionamento de decisões judiciais, a fragilidade da autoridade legítima, a dúvida sobre resultados eleitorais verídicos, a disseminação coordenada de desinformação (destaque para ferramentas de IA generativa que produz maciçamente conteúdos sintéticos capazes de simular documentos, imagens e falas), discursos de ódio e campanhas de deslegitimação institucional, falsidades pontuais, fragmentação da própria ideia de realidade compartilhada, ameaças como cotidiano político e as manobras do vocabulário ambíguo da conciliação. A democracia brasileira enfrenta esses desafios a partir de suas próprias fragilidades históricas, desigualdades persistentes e déficits de confiança institucional.  Enfim, o maior perigo democrático é o da erosão progressiva da confiança pública. Por isso, é preciso fortalecer seus mecanismos de autoproteção, preservando sua legitimidade num ambiente de desgaste contínuo. 

·       A economia brasileira enfrenta desafios colossais, dos efeitos do clima na agricultura às incertezas associadas a Donald Trump.

·       Não pode haver dúvidas sobre a correção dos dados do PIB porque são eles que: definem juros, avaliam investimentos, definem salário mínimo, desenham políticas públicas. Medir geração de riqueza é uma questão de natureza intrinsecamente técnica. Logo, técnicos precisam de independência para trabalhar com isenção. 

·       Veja só, “civilização” depende de cidades. Não só. Depende também de escrita operante, como as encontradas na egípcia, mesopotâmica, chinesa, maia ou alfabética. Leis e direitos. Civilização implica superar preconceitos e orgulhos, tais como esses que vêm nas tentativas de localizar as origens do mundo moderno muito profundamente apenas na história europeia ou só pensar no mundo moderno como algo que só pessoas com deficiência de melanina poderiam fazer. 

·       Esses candidatos encenam “boas e más” ações nas pastas que comandaram para delas se valer como influência eleitoral. O uso da máquina pública para autopromoção é abusivo. Cada suposto gesto social é um comício. Situação e oposição fazem uso do mesmo expediente infrator e, talvez por isso, nem se acusem mutuamente, pois todos se tornam parceiros na transgressão. É o uso e o abuso do poder no exercício dos cargos. Nem existe mais constrangimento em desobedecer a Constituição, quando o quesito é separar atividades administrativas e ações eleitorais. Cadê a Justiça Eleitoral?

·       Maus-tratos e negligência ficam ainda piores num serviço público ou privado, pois se tornam violência institucional. O que está na Constituição não cabe dificultar, constranger, interrogar ou agir como polícia. Isso só serve para constatar que uma vida também é esmagada por causa da engrenagem de moralismo e incompetência, graças às bancadas conservadoras. Aquela que troca a legalidade por métodos de coerção e de controle.

·       A Lei 9.605/98, que trata de crimes ambientais, estabelece detenção de 03 meses a 01 ano, além de multa, a quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados. Quando se trata de cão ou gato, a pena é maior: reclusão de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda. A internet está cheia de fotos e vídeos de animais maltratados deliberadamente, imagens repugnantes feitas para atrair audiência dos insensíveis.

·       As negociações políticas não podem destruir a reputação dos partidos. Estes, precisam ser confiáveis e genuinamente dedicados ao bem público. Ter 20 partidos e poucos com diferencial? Cidadãos de bem, confiáveis e competentes, longe de serem atraídos para a carreira eletiva, passaram a vê-la como uma substância pegajosa, que suja a biografia de quem nela se mete. Onde deveria haver partidos, há um agrupamento informe de mediocridades e de espertalhões interessados apenas em abocanhar pedaços do erário.

·         Trump ordenou bloqueio no estreito de Hormuz – interdição de navios que entram ou saem de portos iranianos.

·         Grupos que discutem a violência contra as mulheres ganham espaço em colégios das redes pública e particular – “Somos amigas, não rivais”.

·         Tempo e verba são desafios às ambições lunares da Nasa.

·         É por isso que os ricos não querem fazer Declaração de Imposto de Renda – eles desejam manter as cifras de suas fortunas em sigilo. Por exemplo, o patrimônio de ex-dono da Reag, João Carlos Mansur, dobra em 1 ano e chega a R$ 1,49 bilhão em 2024. A informação veio do IR dele, e mostra a rápida evolução patrimonial em pouco tempo. O empresário teve sigilo fiscal quebrado na CPI do Crime Organizado, na qual ele disse que a Reag era de fachada.

·         Igreja evangélica é adolescente que não controla a força. Maiores inimigos da rede evangélica “são os próprios escândalos” e o setor carece de maturidade.