Quem sou eu
"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).
"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).
“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).
“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).
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quarta-feira, 26 de março de 2014
04 Áreas bem Promissoras: Internet; Espaço; Transporte e Energia.
terça-feira, 18 de março de 2014
CRÍTICA Nº 13:
CRÍTICA Nº 12:
Desobrigar o ato de votar é convencer os mais pobres de espírito de que eles não precisam participar da política, para depois culpá-los da sua condição de excluídos. Todos nós sabemos que existem obrigações diárias as quais não devemos abrir mão de fazê-las sob o risco de comprometer a nossa sobrevivência. É o caso de limpar a nossa casa para não viver meio à sujeira e seus perigos de doença; de preparar a comida no horário devido para não passar fome; de trabalhar para não ficar em débito com as contas, etc. Mesmo sabendo dessas obrigações inalienáveis, muita gente deixa de cumpri-las, adia ou atrasa seus compromissos, negligencia suas datas ou as empurra com a barriga. Essa ideia lançada no país do voto ser facultativo, isto é, de ir votar ou não quem bem quiser é perigosíssima porque será mais uma obrigação lançada ao acaso ou ao famoso jeitinho brasileiro. Provavelmente é mais uma armadilha criada pela mídia e pela elite pensante. É verdade que o voto não é a única forma de participação popular numa democracia representativa como a nossa, no entanto, é uma das suas principais formas, após muitos anos de luta. Uma conquista social que não pode ser relaxada, muito menos abolida. Sim, o voto não só deve ser como é obrigatório por natureza numa democracia. Existe muita gente nesse país desinteressada pelos assuntos políticos ou que só entra numa discussão quando o prejuízo pesa no próprio bolso para reproduzir o que a TV diz sobre esse ou aquele político. É essa gente pobre de espírito, facilmente manipulável, que terá a preguiça de ir votar durante as eleições e deixará a valiosa importância democrática de escolher os seus representantes da pátria nas mãos de uma reduzida elite que diz ser o melhor governo aquele que representa os próprios interesses e as vantagens do capital. Sou adepto de uma política focada nas causas populares. Relaxar o direito de votar é enfraquecer a democracia. Se o que faz um sistema democrático é a participação de todos, não faz sentido desobrigar sua essência – o ato de votar. Isso é uma estratégia para excluir mais uma vez os excluídos. Isso mesmo, excluir os mais pobres por três vezes: materialmente, espiritualmente e agora politicamente.CRÍTICA Nº 11:
CRÍTICA Nº 10:
CRÍTICA Nº 09:
Será que os manifestantes que foram às ruas neste ano de 2013, exigir mais justiça social e qualidade de vida no Brasil, morreram, desapareceram ou adormeceram? Tomara que ressuscitem, reapareçam ou acordem em 2014, o ano da Copa do Mundo aqui no país. Depois de muita polêmica, querendo ou não, tudo indica, a Copa irá acontecer de qualquer jeito. A mídia ganhará muito dinheiro com suas transmissões, o empresariado lucrará muito com o setor de serviços prestados aos turistas e o resto dos brasileiros, os pobres, vão trabalhar muito nos bastidores para o evento acontecer – e esses ainda hão de achar um jeito de ficar com um braço no pesado e o outro no plug da TV. Pois é, uma Copa do Mundo tem lá seu glamour, sua suposta importância histórica, trará milhares de turistas e muito dinheiro para a economia (dos empresários, sobretudo). Dizem por aí que a Copa do Mundo de 2014 é um presente do Brasil para a humanidade e que ainda devemos celebrá-la com um generoso sorriso estampado na cara. E como ela é um presente, viu? Um presente caro de 36 bilhões de reais! Entretanto, seja o montante que for, não seria nada diante do que a sociedade poderia lucrar com o direcionamento dessas verbas públicas a projetos, programas e obras de seu interesse e para seu benefício direto. Investir no bem-estar da população brasileira não é infinitamente mais viável do que erguer estádios para um evento esportivo de somente um mês? E depois da Copa, o que será dos estádios em locais com pouquíssima tradição no futebol e sem times competitivos? Outra razão para não construir obras do zero, especialmente com recursos públicos, no meu entender, é a existência de estádios nas doze cidades-sede. Para atender às exigências da Fifa, as estruturas já existentes poderiam ser simplesmente reformadas ou ampliadas. O Brasil, mais uma vez, poderia usar os 36 bilhões de reais a ser investidos na Copa para solucionar demandas mais urgentes, como nas áreas de educação e saúde pública. Então a classe empresarial vai continuar sentada à mesa, comendo e bebendo do bom e do melhor, enquanto a classe trabalhadora serve os convidados, com um olho na bandeja e o outro na TV. Nós e os clientes turistas pagamos a conta, a classe empresarial saca o lucro e a mídia continua colocando a culpa no governo enquanto ganha a sua parte. O povo na rua está revoltado é contra esses comilões, não é só contra o governo como a mídia quer fazer com que acreditemos. Que raiva!
CRÍTICA Nº 08: Reforma política e Reforma do sistema eleitoral.
Amigos, acabei de produzir um texto crítico Nº 07 nesses "tempos de Natal".
CRÍTICA Nº 06: Um pouco do perfil de Neilton Lima – por ele mesmo:
CRÍTICA Nº 05: “REFLEXÃO FORA DA CAIXA”:
CRÍTICA Nº 04: Estou vivendo as coisas mais ousadas e proibidas. A vida é boa D +++++
CRÍTICA Nº 03:
Eu e a minha nova máquina, modelo 2014! Uma relação de amor...
CRÍTICA Nº 02: NÃO TENHO ÍDOLOS HUMANOS!
CRÍTICA Nº 01: “O professor maletinha”.
domingo, 16 de março de 2014
Turismo e Carnaval 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
Informações sobre o HPV...
Não se conhece o tempo em que o HPV pode permanecer sem sintomas e quais são os fatores responsáveis pelo desenvolvimento de lesões. Por esse motivo, é recomendável procurar serviços de saúde para consultas periodicamente.
Agentes tópicos — Aplicados sobre a lesão, promovem a dissolução da queratina e/ou morte das células que constituem a lesão. Ex: podofilina, 5-fluorouracil, ácido tricloroacético.
Papanicolau
A realização do exame pelo enfermeiro contribui significativamente para a detecção precoce de neoplasias ou alterações e até mesmo de DSTs durante o exame físico e é de relevante significância, uma vez que as neoplasias constituem uma importante causa de morbidade e mortalidade.















