Quem sou eu
"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).
"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).
“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).
“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).
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domingo, 27 de janeiro de 2019
Primeiro mês de Governo Bolsonaro:
Que Deus é esse?
sábado, 26 de janeiro de 2019
A medicina privada pode matar o SUS no Governo Bolsonaro.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
As 13 teses de Bolsonaro
Com base nelas, podemos repartir três grupos de bolsonaristas:
A FAVOR:
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CONTRA:
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- o otimismo recorde da
população em relação à situação econômica.
- a boa popularidade e a
"lua de mel" com o Congresso Nacional, comum nos primeiros meses de
mandato.
|
- falta consenso na maioria
do eleitorado em torno das propostas
mais controversas do novo presidente.
|
DUVIDOSO
|
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- Bolsonaro
lidará com um Congresso bastante renovado, onde os partidos tradicionais
perdem forças e ganham espaço parlamentares de primeira viagem. Nada menos do
que 102 políticos eleitos para a Câmara assumem na semana que vem seu
primeiro mandato na vida pública enquanto 147 assumem pela primeira vez o
posto de deputado federal. Juntos, representam quase a metade das vagas da
Casa (e isso pode ser um bem ou um mal). Além do mais, o Governo tem sinalizado
por um diálogo com as bancadas temáticas e não mais com os partidos
políticos, o que retira poder das lideranças partidárias.
- DR's muito tensas! Como serão as relações políticas neste ano de 2019?
A) O
Poder Executivo costuma ter mais força que o Legislativo quando ele é
preponderado por novatos. A gente tem que ver como a pressão do Executivo vai
se dar.
B)
O novo Congresso será marcado por representantes de ideias mais "extremas"
de direita e de esquerda.
C) Há
candidaturas coletivas bem sucedidas com pautas mais progressistas, de
esquerda. E temos uma direita com mais militares,
religiosos e pessoas com perfil mais conservador. Isso
certamente vai ter impacto na forma que o Congresso vai lidar com o presidente.
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