- Defesa da Democracia! A maior parte dos candidatos deveria defender a Democracia, não atacá-la. Afinal, é a própria via pela qual tem o direito de ser candidatos. O que essa gente tem na cabeça? Sistema!
- Xandão, a expressão da Soberania Popular! O espetáculo a que estamos assistindo no STF é uma picuinha de um colega de trabalho tentando prejudicar o outro, visando interferir nas eleições de 2026 e a fim de desgastar uma campanha e impulsionar outras. No final das contas, prevalece o veredicto que é dado pelo povo, nas urnas. Não se pode desqualificar o trabalho de Alexandre de Moraes que, como qualquer outro ministro, passa, mas a vontade popular permanece e prevalece. O magistrado resistiu às agressões, comandou a eleição de 2022, chancelou a posse do candidato vitorioso nas urnas (Lula) e, depois de garantida a transição de poder, ainda condenou à cadeia o capitão e seus comparsas por atentarem contra a democracia, barrando a intentona autoritária. Não é pouca coisa! Um verdadeiro fiscal da Lei e protetor dos direitos da sociedade! Será o próximo presidente do STF no ano que vem (2027), por isso o incômodo do coleguinha e sua trupe. Trata-se de uma das autoridades mais influentes e importantes do País!!!
- Senado aprova Projeto que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (entre eles, as Terras Raras, 17 elementos estratégicos para vários setores da economia, como o Lítio e o Nióbio). Importantes na fabricação de baterias de celular e de carros elétricos, produção de ligas metálicas mais resistentes, produtos aeroespaciais, equipamentos eólicos, indústrias de smartphones, drones... O Brasil possui a 2ª maior reserva do mundo, atrás apenas da China. O objetivo da Lei é evitar que o País seja apenas um grande exportador de matéria-prima, e possa desenvolver produtos com maior valor de Mercado. Pelas novas regras, serão destinados R$ 5 bilhões em créditos tributários para as empresas do setor mineral. O Projeto também cria o FGAM (Fundo Garantidor da Atividade Mineral), com recursos federais de até R$ 2 bilhões, para financiar os negócios. É preciso incentivar as empresas, mas com limites na exploração! Desde a retirada desses minérios da natureza até que se transformem em produtos industrializados, são várias etapas. As empresas que investirem nesse processo terão direito ao acesso a linhas de financiamento com condições mais vantajosas. Há outro fundo com recursos das próprias mineradoras, que vai financiar pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias. O Projeto ainda cria um “Conselho Nacional” (a maior parte, composta por membros do Governo Federal), que ficará responsável de aprovar fusões, aquisições, entrada de capital estrangeiro e outros movimentos de mercado. Representantes das mineradoras não podem ditar as regras, pois precisamos de soberania – segurança para as pessoas e desenvolvimento para o País! Enfim, por uma TerraBrás!!!


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