Quem sou eu
"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).
"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).
“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47). “Escrever é um ato de egoísmo, porque é uma forma de eu não esquecer das coisas que aprendi. Mas também é um engajamento. É a minha maneira de fazer política, de ajudar a pensar nosso país e de mostrar ao Brasil um Brasil que ele não conhece, que foi ocultado das narrativas hegemônicas” (Daniel Munduruku).
“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
FILME 02: Instinto
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
FILME 01: O Sorriso de Monalisa
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
APRENDER a RECONHECER: Existem variados modos de escolher o sofrimento e os afetos e lidar com eles.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
A liberdade possível
O núcleo da liberdade é a ação. Sua ausência está no medo, na estagnação e na inércia resignada diante dos desafios e das adversidades da vida. Entretanto, o poderio ilimitado da liberdade fere a Ética. Ou seja, não podemos nada, nem podemos tudo, mas podemos algo: agir eticamente. Está de acordo com essa idéia de equilíbrio no ato livre a filósofa Marilena Chauí:
Ceder tanto quanto não ceder pode
ser uma decisão livre. Nesse caso, somos agentes livres tanto para ter como para
perder a felicidade. Entretanto, não agir é perder a oportunidade de mudar o
presente, alterar o curso da história e projetar um novo futuro, dando-lhe
outra direção ou outro sentido. O conformismo é certa cumplicidade diante do
que está dado, pois a renúncia e a indiferença pouco ou nada alteram o que se
encontra diante de nós e em nós. Assista ao vídeo e reflita sobre a sua condição de liberdade, com o filósofo Paulo Ghiraldelli Jr.
Conforme, com base ou contra o texto, deixe seu comentário: Sou livre quando quero ou faço algo que contraria minha sociedade, ou sou livre quando domino minha vontade e a obrigo a aceitar o que minha sociedade determina? Ou seja, sou livre quando sigo minha vontade ou quando sou capaz de controlá-la?
sexta-feira, 30 de março de 2012
É POSSÍVEL SER LIVRE?
quinta-feira, 29 de março de 2012
Agir com Pensar
terça-feira, 20 de março de 2012
A Felicidade...
Aristóteles reconhecia que a psique humana é constituída de ego, id e superego. E que o id (pulsões, instintos, impulsos orgânicos e desejos inconscientes visando o prazer) era o elemento contrário ao princípio racional, ou seja, a luta contra a racionalidade e lhe oferecendo resistência. E essa luta incessante é complexa porque é invisível [“Mas ao passo que, no corpo, vemos aquilo que se desvia da direção certa, no caso da alma não o podemos ver”]. Como a felicidade foi definida como atividade da alma conforme a virtude perfeita, no homem continente esse elemento irracional deve obedecer ao princípio racional, sendo ainda mais obediente nas pessoas temperantes e valorosas. Acreditando que o elemento irracional pode ser persuadido pela razão, está a indicar o fato de aconselharmos alguém, e de exortarmos e censurarmos de um modo geral.
sábado, 17 de março de 2012
O problema dos outros pode se tornar o nosso problema.
sexta-feira, 16 de março de 2012
As Virtudes...
É um trabalho de síntese conclusiva.
A dor e o sofrimento interferem nas virtudes. É por causa do prazer que
muitas más ações são praticadas, e por causa do sofrimento que deixamos de
praticar várias ações nobres. Talvez a educação, para ser correta, deveria
instruir desde a infância, de maneira a nos deleitarmos e de sofrermos com as
coisas certas (com certa lógica para o castigo). Pois tudo que é certo nem
sempre causa só prazer, mas também dor e sofrimento. É preciso está preparado
para suportá-los a fim de manter nossas ações corretas. Assim como é preciso
evitar o prazer para não alimentar certos males. sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
*Atritos*
Ninguém muda ninguém;









