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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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terça-feira, 1 de agosto de 2023

"Fé cega" e convicção política.

O único ponto que o pensamento crítico parece não conseguir penetrar é o da “fé cega”. Inevitável? 

Existe uma transferência do fenômeno da “fé cega” para o campo político (convicção cega). O conservadorismo radical é tão convicto que nada o abala. Os eleitores do gado norte-americano ignoram as preocupações sobre os problemas legais e criminais de seu candidato Trump. Eles não o apoiam ‘apesar’ de suas falhas. Apoia porque não parece crer que ele tenha defeitos (37%). Ou seja, a ideologia radical cega a ética porque tem uma base inabalável. É uma (i)moralidade consolidada. Enfim, pelo visto, os EUA viverão uma reprise da barbárie. E... Nós também?