Quem sou eu
"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).
"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).
“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).
“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).
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sexta-feira, 30 de março de 2012
É POSSÍVEL SER LIVRE?
quinta-feira, 29 de março de 2012
Agir com Pensar
terça-feira, 20 de março de 2012
A Felicidade...
Aristóteles reconhecia que a psique humana é constituída de ego, id e superego. E que o id (pulsões, instintos, impulsos orgânicos e desejos inconscientes visando o prazer) era o elemento contrário ao princípio racional, ou seja, a luta contra a racionalidade e lhe oferecendo resistência. E essa luta incessante é complexa porque é invisível [“Mas ao passo que, no corpo, vemos aquilo que se desvia da direção certa, no caso da alma não o podemos ver”]. Como a felicidade foi definida como atividade da alma conforme a virtude perfeita, no homem continente esse elemento irracional deve obedecer ao princípio racional, sendo ainda mais obediente nas pessoas temperantes e valorosas. Acreditando que o elemento irracional pode ser persuadido pela razão, está a indicar o fato de aconselharmos alguém, e de exortarmos e censurarmos de um modo geral.
sábado, 17 de março de 2012
O problema dos outros pode se tornar o nosso problema.
sexta-feira, 16 de março de 2012
As Virtudes...
É um trabalho de síntese conclusiva.
A dor e o sofrimento interferem nas virtudes. É por causa do prazer que
muitas más ações são praticadas, e por causa do sofrimento que deixamos de
praticar várias ações nobres. Talvez a educação, para ser correta, deveria
instruir desde a infância, de maneira a nos deleitarmos e de sofrermos com as
coisas certas (com certa lógica para o castigo). Pois tudo que é certo nem
sempre causa só prazer, mas também dor e sofrimento. É preciso está preparado
para suportá-los a fim de manter nossas ações corretas. Assim como é preciso
evitar o prazer para não alimentar certos males. sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
*Atritos*
Ninguém muda ninguém;
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Novas Idéias de um Pedagogo I
domingo, 15 de janeiro de 2012
Panorama da Psicopedagogia
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Uma pergunta, várias respostas... “O que é filosofia?”
a) Que podemos saber? É a pergunta sobre o conhecimento, isto é, sobre os fundamentos do pensamento em geral e do pensamento científico em particular;
b) Que podemos fazer? É a pergunta sobre a ação e a expressão humana, isto é, sobre os fundamentos da ética, da política, das artes, das técnicas e da história;
c) Que podemos esperar? É a pergunta sobre a esperança de uma outra vida após a morte, isto é, sobre os fundamentos da religião. Assim, Filosofia seria o conhecimento que a razão adquire de si mesma para saber o que pode conhecer, o que pode fazer e o que pode esperar, tendo como finalidade a felicidade humana”.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Filosofia: o amor à sabedoria.
Logo, ela serve para informar, despertar o interesse pela cultura e o prazer da interrogação, provocar o raciocínio e a reflexão crítica. A filosofia nos traz a felicidade de ver as próprias coisas. Nesse sentido, ela, como o exercício do pensamento, nos liberta da ignorância ou nos impulsiona para a liberdade do pensar. Vejamos outra vez o que diz Chauí:
Tendo o pensamento de Marilena
Chauí como suporte, a Filosofia é fundamentação teórica e crítica dos
conhecimentos e das práticas. A Filosofia ocupa-se com os princípios, as causas
e condições do conhecimento que pretenda ser racional e verdadeiro;
com a origem, a forma e o conteúdo dos valores éticos, políticos, religiosos,
artísticos e culturais; com a compreensão das causas e das formas de ilusão e
do preconceito no plano individual e coletivo; com os princípios, as causas e
condições das transformações históricas dos conceitos, das idéias, dos valores
e das práticas humanas. Por isso a Filosofia volta-se para o estudo das várias
formas de conhecimento (percepção,
imaginação, memória, linguagem, inteligência, experiência, reflexão) e dos
vários tipos de atividades interiores e comportamentos externos dos seres
humanos como expressões de vontade,
do desejo e das paixões, procurando descrever as formas e os conteúdos dessas
formas de conhecimento e desses tipos de atividade e comportamento como relação
do ser humano com o mundo, consigo mesmo e com os outros.






