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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47). “Escrever é um ato de egoísmo, porque é uma forma de eu não esquecer das coisas que aprendi. Mas também é um engajamento. É a minha maneira de fazer política, de ajudar a pensar nosso país e de mostrar ao Brasil um Brasil que ele não conhece, que foi ocultado das narrativas hegemônicas” (Daniel Munduruku).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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sexta-feira, 17 de setembro de 2021

CRÍTICA Nº 1963: A grande piada! (Por Neilton Lima).

Dona Maria vende chá de boldo e dona Joana vende abará na vizinhança. O negócio de dona Joana até que vai bem, mas dona Maria acha que o dela lucra muito pouco. Um belo dia dona Maria tem uma ideia virulenta: “Vou botar um pó de camarão especial nesse bolinho de feijão”... E toda a vizinhança deu diarreia... 

“Dona Joana” é a China e importa/exporta para o mundo inteiro. “Dona Maria” é Donald Trump aliado às grandes empresas de telecomunicações (CNN, Globo, por exemplo). A “vizinhança” é o brasileiro ou o resto do mundo, tanto faz. O “chá de boldo” é o sistema privado de saúde, mas também pode ser um deus, um cientista, uma promessa, uma campanha política, uma esperança... O “bolinho de feijão” é a nossa previdência, o nosso trabalho, o nosso pequeno negócio, a nossa fonte de sustento... A “diarreia” é o endividamento... 

Já sei: e o “pó de camarão” é o Coronavírus? Não! É o Bolsonaro. Tanto faz!

A fórmula política do Coronavírus é: a gente tira, dá, depois ganha o dobro. Tiramos da Previdência, damos na quarentena, ganhamos com a Reforma tributária e administrativa. Ficam as Reformas, ficam os ganhos permanentes. O trabalhador acha o seu lugar, alguns milhares de velhos mortos ou trabalhadores com problemas de saúde dizimados é lucro, fazemos um limpa sanitário, as empresas de tecnologia e comunicação saem mais fortalecidas, e o Governo também! 

Estamos passando por um seguro. Jogaram pó no nosso abará! E isso não tem graça!



O que grandes líderes mundias estão dizendo?

 








Enquanto isso, Bolsonaro...



CRÍTICA Nº 1960: E Bolsonaro vai catar, um por um (dos Governadores). Por quê? Porque é a lógica da conspiração mundial.

Não é preciso citar os números de mortes na Itália, Espanha e Reino Unido, por exemplo, para mostrar a crise na Europa (continente desenvolvido, que muito investiu na qualidade de vida de sua população, com altíssima expectativa de vida, e que agora assiste ao extermínio em massa da sua população envelhecida). O presidente do Conselho Europeu já andou citando por aí o Plano Marshall, uma referência ao programa norte-americano que reconstruiu a Europa depois da Segunda Guerra Mundial.

Isso mesmo, um golpe da América no Mundo?! Mas, e os EUA não estão sofrendo também? Sim, e muito! Principalmente a parte avessa ao Governo. Afinal, pesquisas apontavam que Donald Trump ia perder as eleições deste ano, e o Corona o salvará (foi o mal necessário). Os democratas e oposição a Donald Trump nos Estados Unidos estão sofrendo tanto ou mais que os petistas aqui no Brasil. Afinal, algo de estranho anda acontecendo com os líderes políticos das nações que estão reagindo com medidas populares aos impactos do novo Coronavírus (com exceção de Donald Trump e Jair Bolsonaro aqui na América, será por quê? Só um dos dois morrendo para eu estar errado).

O Brasil é um exemplo bem próximo (ou João Dória - PSDB/SP - faz parte do conluio ou ele corre muito perigo), mas vamos tomar outro exemplo. No Reino Unido, o Governo que já se comprometeu a pagar 80% dos salários de quem ganha até 15 mil reais e não pode mais trabalhar, por causa do Coronavírus, anunciou logo mais um segundo plano financeiro, dessa vez para ajudar milhões de trabalhadores autônomos.

O que aconteceu? O vírus adquiriu duas formas de contágio: uma espontânea e outra provocada. Mas ambas vieram de uma paternidade ainda não assumida.


Nota: O que anda acontecendo na África? Ué, e para o mundo desenvolvido a África faz parte do planeta Terra?

Enquanto o Congresso Americano e a Casa Branca chegaram a um acordo para o maior pacote de ajuda da história norte-americana de US$ 2 trilhões (serão pagos US$ 1.200,00 para americanos de baixa renda e classe média por papai Trump), o Secretário Geral da ONU, António Guterres, pediu um fundo de US$ 2 bilhões para ajudar “as nações mais pobres” (que não são poucas) a enfrentar a pandemia.

CRÍTICA Nº 1959: Temos só uma semana: emergência POLÍTICA, ECONÔMICA e SOCIAL!

Seremos forçados a fazer a Reforma Tributária e Administrativa. Ou dividimos o nosso ou perderemos os nossos, a médio e curto prazo. Entenda a arapuca em que caímos.

A atual ordem de necessidade é: Por uma “RENDA BÁSICA EMERGENCIAL!!!" Essa renda atenderia somente 100 milhões de brasileiros? Não! Além do grupo muito pobre atendido pelo Bolsa Família, temos que lembrar de um grupo grande de brasileiros que se virava (fazia um negociozinho, realizava alguma atividade dentro de casa, etc.), ou seja, os trabalhadores por conta própria: 24 milhões de brasileiros (e 19 milhões em situação de muita vulnerabilidade)! Com essa crise do Coronavírus, toda essa gente teve um colapso da sua geração de renda, por isso precisam ser socorridos com uma "renda básica emergencial".

E quem está falando isso são economistas que sempre defenderam a austeridade fiscal, mas agora mudaram o discurso porque as circunstâncias são outras (a gravidade da situação é de calamidade extrema, estamos falando de vidas prestes a serem perdidas). Sempre houve um conflito entre economistas que acham que deve ampliar gastos públicos e os que acham que deve equilibrar as contas públicas. Agora, a maioria é unânime: é preciso fazer imediatamente essa rede de proteção social, respeitando a atual emergência sanitária, para salvar as pessoas do colapso da renda e da ameaça do Coronavírus. Assim, a pergunta apressada do dia pra noite é: de onde virá o dinheiro?

Mais de 90% de todas as empresas do Brasil são pequenas e médias empresas! Nessa hora difícil, os bancos vão emprestar dinheiro (sabendo que correm risco)? Não! É aqui que será forçada uma reforma Administrativa e Tributária pelo Estado. Ou dividimos o nosso ou perderemos os nossos. Xeque Mate!

Mas, o buraco é outro e mais embaixo: como o Estado será capaz de estar na economia e criar linhas de crédito (com juro zero ou negativo), fazer renegociação de dívida, dá apoio a essas empresas de uma forma geral com uma equipe econômica de um presidente, extremamente preparada apenas para privatizar? Dos ricos não virão, dos bancos sem retorno não virão... Então se fala em recursos públicos, em gastos do Estado (lembre-se, nós somos o público, o Estado).*

A “equipe econômica” de Jair Bolsonaro foi montada para PRIVATIZAR o Brasil. Como ela será capaz de ser eficiente para botar o Estado na Economia e salvar a vida dos brasileiros? Estamos numa emergência política, econômica e social!

Os ricos recolheram o seu, a Globo e as outras emissoras só conformam a população, o Estado está com a corda no pescoço e o Corona está esperando a gente lá fora!

Bolsonaro é um idiota estrategicamente posto para tal. Por trás dele há uma força extremamente inteligente, que nos ensinou a fazer piada das coisas sérias e sorrir do que não tem graça. A reflexão dá lugar ao humor, e vamos sorrindo da nossa própria sentença. A culpa nem a salvação é de Deus, nem da Natureza. Conspiração da elite econômica e midiática, da qual Bolsonaro e Rede Globo sempre fizeram parte!



CRÍTICA Nº 1951: Com Bolsonaro é assim: tiro seu emprego e o banco empresta dinheiro.

Em tempos de Coronavírus, enquanto Bolsonaro emite Medida Provisória que permite suspensão do contrato de trabalho por até 4 meses, o Banco Central anunciou medidas que vão permitir que os bancos tenham mais dinheiro para emprestar. 

Será a maior injeção de capital da história no Sistema Financeiro! As medidas de ajuda aos bancos (sim, aos bancos, não aos trabalhadores) chegarão a R$ 1,2 trilhão (são 10 vezes mais o valor liberado na crise de 2008, que foi de R$ 117 bilhões)! 

Os bancos estão preocupados porque em tempos de incerteza os investimentos passam para negócios mais sólidos e seguros, deixando-os com menos captação financeira na liquidez. E mesmo com esse valor todo, as pequenas e médias empresas sofrerão mais porque ficarão sem fluxo de caixa diário, já que a pandemia gera uma incerteza no setor produtivo, afeta o padrão de consumo e as empresas não têm como saber quanto tempo isso vai perdurar. 

É uma crise de incerteza imprevisível causada não só pelo distanciamento das pessoas, mas por um Governo mais selvagem que o Coronavírus.


Eu francamente acredito em teoria da conspiração. Acharam o jeito de empurrar a Reforma Administrativa e Tributária. 

Resumindo/desenhando:





CRÍTICA Nº 1942: Canta agora, dança depois!

No ano passado, em 2019, enquanto a galera estava pulando o Carnaval, o Governo mandava para o Congresso o texto da Reforma da Previdência. Diziam: “Vamos festejar, tem gente da oposição que vai dá a cara a tapas, e não vai passar”. Passou, e sentimos diretamente em nossas vidas e salários os impactos da Reforma.

Uma greve de petroleiros ali, outra de segurança pública acolá... Porém, nada mais chama a atenção do que uma boa folia. Neste ano de 2020 a galera distraída voltou a pular o Carnaval, enquanto isso o Governo está mandando para o Congresso o texto da Reforma Administrativa. O que é isso? Só em 2021 é que saberemos... 🤭

Quem já está dentro do funcionalismo público, talvez se livre (calma aí, não diziam isso também antes da Reforma da Previdência?🤔). Mas, e os nossos filhos e netos? E os nossos alunos? E as futuras gerações? 

A gente deveria desarticular o mal antes dele crescer. Mas, só acordamos e choramos o leite derramado. Protestos servem para lembrar o quanto somos distraídos (e eles virão tarde porque já vivemos isso). 

Viva a Educação!

Primeira Postagem no Grupo: "Educação SFC - na Luta".

 A verdade absoluta existe sim: ela é feita de partes diferentes. Deus só pode ser um mosaico. A verdade é uma inclusão. O que não se encaixa, se negocia. 

A democracia é o único jeito saudável de fazer uma guerra e continuar convivendo com o "inimigo". Um grupo ideal tem diferenças individuais reais e, ainda assim, cada um faz parte do todo.





terça-feira, 14 de setembro de 2021

Fuga de cérebros: exportação de profissionais qualificados.

·         A área de ciência e tecnologia foi uma das que mais sofreram queda no volume de investimento no Brasil. Isso tem levado os nossos pesquisadores a deixar o país.

·         É uma transação que o país só perde. A parte mais criativa da vida de qualquer cientista é logo depois de se formar. Ele está cheio de energia, de ideias novas na cabeça. E é muito frustrante para eles não terem oportunidades no seu próprio país.

·         Um estudo da competitividade de 133 países por talentos. No ranking dos que mais mantém seus profissionais qualificados, repare que o Brasil só despencou, e muito!

·         O enorme negacionismo da importância do conhecimento e da importância do desenvolvimento científico e tecnológico estão levando o país a um retrocesso intelectual enorme!



·         E isso coincide com a queda de investimentos das agências federais está em nível de 10 anos atrás! Impactos grandes de bolsas de pós-graduação (ligadas à pesquisa) e recursos para fomentos.

·         Assim, os laboratórios do Brasil têm sido um alvo fácil de países que competem por profissionais altamente qualificados. Faltam recursos para pesquisa e oportunidades e condições de trabalho para pesquisadores. Essa “fuga de cérebros” projeta um futuro menos próspero para o país, pois existe uma relação direta entre a capacidade de reter talentos e o desenvolvimento econômico do lugar, região ou nação.

·         Afinal, os países mais desenvolvidos são os mais competitivos em nível de talento. Se você tem os melhores talentos, você se desenvolve mais. Entra-se num círculo virtuoso entre talento e competitividade e crescimento econômico.

·         O maior patrimônio que uma nação pode ter é a mente dos seus cientistas. Isto é chave do desenvolvimento de todas as instâncias.

·         O Brasil tem que reverte esse quadro e apostar na inteligência de seus jovens, dando oportunidades nos laboratórios internos. Enfim, investir na geração nova em vez de perdê-la.


 



EDUCAÇÃO: da porta para dentro e da porta para fora.

 ·         A Pandemia aprofundou ainda mais a desigualdade entre os estudantes brasileiros:

A Educação da Porta da Escola para dentro...

- a educação das crianças mais ricas anda num passo tão acelerado que elas chegam ao fim do Ensino Fundamental quase 8 anos à frente das crianças mais pobres (no que diz respeito ao tempo de estudo).

- a defasagem começa logo na primeira ponta, nos primeiros anos de vida (Creche e Pré-Escola) e estoura na outra ponta, o 9º ano do Ensino Fundamental.


A Educação da Porta da Escola para fora...

- Na conta da defasagem do ensino, as horas passadas em outros espaços onde o aprendizado acontece, como um museu, teatro ou cinema, e o tempo usado em atividades extracurriculares ou em pesquisas em casa com a ajuda da Internet. Tudo isso forma o estudante, mas é preciso o acesso.


 ·         Esse abismo vem de antes da Pandemia, mas sem dúvida agora ficou mais fundo.

·         A solução é: ampliação da Educação Infantil, ampliação das matrículas com tempo integral ao Ensino Fundamental, apoio à organização da Sociedade Civil e investimento pesados nos equipamentos públicos de culturas e de esportes. É preciso reduzir essa lacuna que as crianças mais pobres têm no que diz respeito às oportunidades do desenvolvimento integral. 



quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Personalidade nos Gatos.

Pesquisadores identificam sete traços de personalidade nos gatos (que variam de acordo com a raça, o sexo e a idade).

O medo, a sociabilidade com humanos, a sociabilidade com outros gatos, a agressividade com humanos e sua tendência a brincadeiras. Os problemas do pet com sua caixa de areia (quando o animal costuma fazer bagunça nessa hora) e sua mania de limpeza excessiva (em que o gato não para de se lamber).

Quanto à Raça:

1.      Gatos Persas: os menos sociáveis com humanos e também os menos interessados em brincadeiras.

2.      Gatos Turco Van:  a mais agressiva com humanos.

3.      Gatos American Curl: os mais chegados.

4.      Gatos Oriental Shorthair: é o que se dá melhor com outros bichanos.

Quanto ao Sexo e à Idade:

5.      As gatas fêmeas foram tidas como as mais medrosas e menos sociáveis com humanos. Os bichanos medrosos também possuem maior tendência a se limpar excessivamente.  

6.      Os pets idosos são os mais agressivos e menos sociáveis com outros gatos. Os mais velhos também têm mais problemas com as caixas de areia. 

Enfim, ter o conhecimento desses fatores ajuda a pessoa que está pensando em adquirir um bichinho a entender se o ambiente em que vive será apropriado para o seu novo companheiro. Um gato mais ativo, por exemplo, precisa de mais estímulos para brincar, assim como gatos mais medrosos serão beneficiados por tutores com estilos de vida mais tranquilos.