Como anda a Lei nº 15.100/2025 que restringiu o uso dos dispositivos nas escolas?
- Após 1 ano da lei, 1/3 das escolas ainda tem dificuldades para barrar os celulares;
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é difícil, mas já surtiu efeito: há maior participação dos estudantes nas
atividades em classe, maior concentração nas aulas, socialização presencial
entre os alunos e queda em conflitos e agressões física e digitais, como o
ciberbullying; também ampliaram as atividades manuais e artísticas nas escolas,
além de impulsionar atividades pedagógicas fora das salas de aula e reduzir a
ansiedade dos estudantes.
- 92% dos colégios implementaram legislação; maior parte (62%) relata que aparelho fica guardado na mochila do próprio estudante;
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31% dos gestores apontam dificuldade de fiscalizar a aplicação da lei durante
as aulas e os intervalos.
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39% indicam dificuldade de garantir infraestrutura para armazenamento e guarda
dos aparelhos;
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Há dificuldade alta para conquistar adesão dos alunos à regra;
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67% dos gestores dizem que a maior prioridade para garantir a eficácia da lei é
que haja parceria com as famílias para estabelecer limite de tempo de tela.
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61% indicam a necessidade de formação dos professores em mediação tecnológica,
saúde mental e bem-estar.
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o que as escolas fizeram a respeito: a) sanções para quem desrespeita a
proibição (66%); b) recolhem os aparelhos na secretaria ou na recepção da
escola (33%); c) 1/5 admite que o celular continua na posse do estudante. Outras sutilizam caixas e armários.
- 06 em cada 10 diretores indicam a necessidade de estruturar espaços de lazer, com reforma de pátios e áreas de convivência.
04 em cada 10 escolas têm dificuldade para barrar celular. Mas...
É preciso direcionar a tecnologia para melhorar a vida das pessoas. Não transformá-la em inimiga da humanidade. Não demonizar nem romantizar o seu uso, inclusive dos celulares. O objetivo sempre foi restringir o mau uso e conscientizar pelo bom uso. Enfim, a tecnologia na educação precisa ser usada de forma equitativa, escalável e sustentável.