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Brasil tem quase 10 mil novos milionários em 2025, ano de enriquecimento
global (Dados: Global Wealth Report, 2026). O país ganhou 9.215 milionários
(considerando valores em dólar, patrimônio superior a US$ 1 milhão). No ano
passado, passamos a ter 386 mil pessoas com esse patrimônio (avanço pelo terceiro
ano consecutivo, com expansão de 10,8% da riqueza pessoal medida em dólares,
mais que o dobro do ritmo registrado em 2023-2024). O México vem em 2º lugar,
com 333 mil milionários. Agora, o país ocupa a 19ª posição no ranking mundial de milionários,
sendo um dos mercados com maior concentração de riqueza (e está na 4ª posição em desigualdade
patrimonial, entre os mercados com maior concentração de riqueza, ou seja, a
expansão da riqueza continua distribuída de forma desigual entre a população).
O país reúne cerca de 43 mil pessoas com patrimônio entre US$ 5 milhões e US$
100 milhões (reflexo de fatores como: empreendedorismo, inovação,
desenvolvimento tecnológico e crescimento econômico; também vantagens
competitivas em áreas como agronegócio, energia, minerais estratégicos para a
transição energética, infraestrutura e o tamanho do mercado consumidor; e a
resiliência demonstrada pelas empresas brasileiras: atraindo mais capital,
impulsionando novos negócios e gerando riqueza). A expansão das fortunas foi disseminada
pelo mundo. No total, a população mundial de milionários cresceu 1,5%, o
equivalente à criação de quase 1 milhão de novos milionários (2.680 por dia, com
total de 57,5 milhões de milionário no mundo todo). Lideraram: EUA (com 23,6
milhões de milionários), Reino Unido, França, Espanha, Japão e Índia. O
resultado reflete a valorização dos mercados financeiros e dos ativos reais,
além de um dólar mais fraco no período. Também é destaque o papel da inovação e
da tecnologia na geração de riqueza, sobretudo nos EUA. A riqueza média em
dólares cresceu cerca de:
- Sudeste
Asiático: 1,6%
- Grande China
(China continental, Hong Kong e Taiwan): 4,6%
- América do
Norte: 8,8%
- Europa
Ocidental: 17%
- Europa
Oriental: 28%
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População vive estressada e sem dormir por dinheiro. 37% das pessoas
perdem o sono em função do dinheiro e 47% têm estresse financeiro considerado
alto. Dessa parcela, 53% são mulheres e 37% têm entre 45 e 64 anos.
· 27 milhões de brasileiros sofrem com enxaqueca sem diagnóstico. Outros 23 milhões foram diagnosticados. Problema afeta mais as mulheres e confusão entre tipos de dor é comum.
· Maioria diz não saber ou não lembrar o nome de nenhum parlamentar (deputado federal ou senador):
- mais de 2/3
afirmam não recordar voto para o Legislativo;
- mencionam 6 de
513 deputados e 15 de 81 senadores;
- 68% não
mencionam um integrante da Câmara dos Deputados e 75%, nenhum do Senado;
- a maioria
também não lembra em quem votou há quatro anos: 67% no caso de deputado federal
e 66% no senador e deputado estadual.
- esquecimento
de voto para governador é maior entre mulheres e na faixa etária dos 20 aos 24
anos.
O/A brasileiro/a é um tipo marcado pela transgressão ou recusa da lei, pelo cinismo, pela perversão do laço social, portador de falso-self, bovarista (tendência de fugir da realidade, idealizando a si mesmo ou a própria vida) – em síntese, um sujeito que não ascendeu à condição de sujeito?! A nossa identidade está baseada na ideia de um país cordial e incompleto ou devemos focar na realidade material e política dos sujeitos?
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Insatisfação
crônica:
O indivíduo sofre um contraste constante entre suas aspirações (frequentemente
desproporcionais) e sua realidade frustrante.
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Fuga para a
fantasia:
Há uma recusa em aceitar a própria vida, levando a pessoa a agir como se
vivesse em um romance ou como se tivesse uma personalidade e condições que não
possui na prática.
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Falta de
autocrítica:
A pessoa cria uma identidade ilusória e se apoia fortemente na imaginação,
perdendo a noção objetiva de quem realmente é e do seu lugar no mundo.