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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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sexta-feira, 19 de junho de 2026

Indicador Criança Alfabetizada - ICA.

 

O ICA foi instituído pelo MEC em 2024, e objetiva monitorar a taxa de alunos alfabetizados ao final do 2º ano do Ensino Fundamental no Brasil. A taxa de 2023 foi de 54% e a de 2025 saltou para 66%, superando a meta de 64%. O objetivo é alcançar 80% até 2030.  

O poder público federal vem dando atenção a desigualdades regionais e sociais, bem como investindo esforços desde a pré-escola, etapa que impacta todo o processo durante a vida escolar. Cidades populosas e sua diversidade de renda exigem políticas mais focalizadas, como criação de vagas na pré-escola e incremento do aprendizado, com a capacitação de professores e materiais didáticos, adaptados às diferentes realidades urbanas das escolas e das crianças.

Enfim, para acelerar a alfabetização na idade certa, prefeituras, com o apoio dos estados e do MEC, precisam de políticas estratégicas direcionadas às desigualdades sociais e a gestão racional de recursos, desde a educação infantil.

A pergunta é: estão tendo? 


Capitais bem colocadas:

Teresina (81%);

Goiânia (80%);

Vitória (79%);

Fim da lista:

São Paulo (53%);

Salvador (50%);

Natal (40%);

Porto Alegre (27%)...