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São Francisco do Conde, Bahia.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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sábado, 11 de abril de 2026

Cemitério de Filósofos.

 Teses de intelectuais de direita do Brasil:

1) O Brasil é um cemitério de filósofos.

2) País onde é impossível qualquer atividade que siga um método e uma prática racionais.

3) O sucesso no Brasil é reservado aos bandidos, aos canalhas e aos répteis.

4) Um dos grandes filósofos assassinados no Brasil é Montesquieu, conhecido pela defesa da separação entre os 3 Poderes (não só não há separação entre os Poderes no Brasil, como os próprios Poderes só servem para destruir os brasileiros).

5) O STF declara (um reconhecimento legal) que há “racismo estrutural” no Brasil e que medidas devem ser tomadas.

6) O Brasil fica, cada vez mais, refém de juízes, promotores e advogados.

7) Outro filósofo assassinado no Brasil é o Immanuel Kant (pois não há maioridade no país: o estado  em que uma pessoa introjeta a lei moral racional universal, superando a necessidade de contenção externa, ou seja, já com a lei no coração, sem necessidade da espada no pescoço).

8) tocando nas condições materiais e históricas de existência do povo, jamais alguém agirá de acordo com a lei moral de modo natural, assim como respira.

9) Cada vez que você for fazer algo, se pergunte antes “todo mundo poderia fazer a mesma coisa?”. Se a resposta for não, você não estaria sendo ético. Aqui, ninguém faz essa pergunta. E se fizesse, a resposta seria “não”. O “imperativo categórico” ou “ser ético” é uma piada no Brasil.

10) Oficialmente, há um déficit de prática moral baseada no imperativo categórico no Brasil e medidas urgentes devem ser tomadas a fim de resolver esse déficit. Esse tipo de autocontenção deve ser praticado pelo próprio STF e outras cortes Brasil a fora.

11) Desejar feliz Ano-Novo no Brasil é uma piada de mau gosto. Aqui, nunca há Ano-Novo. 

12) Eles tentam matar o Karl Marx de novo, todos os dias!

Túmulo de Karl Marx: Cemitério de Highgate, norte de Londres, Inglaterra.

Marx foi originalmente enterrado em 1883 em um local mais simples, mas seus restos mortais (junto com os de sua esposa, Jenny von Westphalen, e familiares) foram trasladados para a atual localização em 1954. O monumento, inaugurado em 1956, apresenta um grande busto de bronze sobre um pedestal, financiado pelo Partido Comunista da Grã-Bretanha, tornando-se um local de peregrinação. Contém frases como "Workers of all lands unite" (Trabalhadores de todos os países, uni-vos) e "The philosophers have only interpreted the world, in various ways; the point is to change it" (Os filósofos apenas interpretaram o mundo, de várias maneiras; a questão é transformá-lo).