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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Destaques 2026 (Presente).

 O ano de 2026 mal começou, e já temos grandes destaques! 

Entre eles...

03. UE e MERCOSUL assinam acordo comercial. É o maior tratado entre dois blocos econômicos da História. Os maiores blocos da Europa e da América do Sul: UE (27 países membros = 450 milhões de consumidores de: café, suco de laranja, milho, algodão, celulose, frutas tropicais, minério de ferro, etanol, biodiesel, carne, soja, arroz, açúcar e mel) aprova acordo comercial com Mercosul (04 países: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai = 270 milhões de consumidores de: automóvel, máquinas, bebidas alcoólicas, azeite, chocolate e queijos): mais de 25 anos depois de negociações. Para aprovação, eram necessários 15 países (65% da população total) do Bloco. A França é o maior produtor agrícola do Bloco e faz muito barulho contra. Mas, não conseguiu impedi-lo.

- é a criação da maior zona de livre-comércio do mundo! O tratado vai abranger mais de 720 milhões de consumidores e um PIB de US$ 22 trilhões. Os 27 Estados-membros da UE chegaram a maioria qualificada, apesar da oposição de França, Polônia, Hungria, Irlanda e Áustria (agricultores dessas nações protestam contra o acordo porque reduzirá progressivamente tarifas de importações, o que os prejudicarão). A Bélgica se absteve. A Itália, que fazia oposição, destacou os “enormes benefícios” da união comercial. Ainda será assinado no dia 17 (no Paraguai) e só entrará em vigor depois da aprovação do Parlamento Europeu.

- ¼ (25%) do PIB mundial (dos bens e serviços produzidos no Planeta)! Num mundo de tarifaços, protecionismo, fragmentação. 21 votos a favor. Haverá redução de 90% nas tarifas alfandegárias sobre os produtos que vendem um para o outro (ao longo de 4 a 15 anos).

- Objetivo: facilitar as trocas comerciais entre os dois blocos. De um lado, a Europa busca diversificar parceiros e reduzir dependência em um mundo marcado por tensões comerciais e conflitos. Do outro, o MERCOSUL ganha acesso a um dos maiores mercados consumidores do Planeta. É o maior acordo já feito pela UE. É uma aposta econômica e política. Também um teste da capacidade da Europa de agir com coerência e unidade em um mundo cada vez mais fragmentado. Os avanços desse acordo é sustentabilidade.

- Com o mar aberto para investimentos europeus em empresas brasileiras, a Economia vai ganhar emprego e renda. Para cada R$ 1 bilhão exportados = 21 mil empregos gerados no Brasil. 

- eliminação da maior parte das tarifas comerciais entre as duas regiões;

- promessas de ganhos para as duas empresas dos dois continentes;

- promete abrir mercados e movimentar bilhões em exportações;

- é a ligação de dois gigantescos mercados. A corrida tecnológica e pela transição energética, impulsionou a Europa a se aproximar da região rica em: lítio, cobalto, ferro e cobre.

- O Brasil se beneficia do acordo. Os incentivos são grandes porque hoje temos uma dependência econômica muito forte da China, e tampouco podemos confiar no mercado americano. Então sobra o mercado Europeu (maior do que o norte-americano). O mundo vive um protecionismo exacerbado, e quando duas regiões fazem um acordo nesse nível, mandam uma mensagem: “somos a favor de mais comércio, troca, movimento regional e integração”!

02. Venezuela e a Geopolítica que tenta um redesenho de forças no Mundo. Os EUA realizaram ataque fulminante no sábado (03/01/26), sequestrando o presidente venezuelano Maduro e a esposa, dando o pontapé inicial na era em que um país com maior poderio militar decide o destino dos outros. Foram 31 cubanos mortos (muitos da guarda pessoal de Maduro). Um mundo agora dividido em esferas de influência, no lugar do Direito Internacional e Soberania Nacional e não-intervenção (conceitos da Carta da ONU). A partir de agora os EUA vão impor a força no que consideram sua zona de influência, que seria o Hemisfério Americano. Além do petróleo, o alinhamento geopolítico da Venezuela com os EUA. O fim da influência da China e da Rússia no nosso hemisfério? 

01. Incêndio na boate Crans-Montana, na Suíça, localizada em estação de esqui, bem na noite da virada. 40 mortes (21 suíços, mais da metade era adolescente).  115 feridos. Velas pirotécnicas colocadas em garrafas de champanhe foram a causa do incêndio no teto da boate. As principais vítimas eram suíços, franceses e italianos.