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São Francisco do Conde, Bahia.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Liberdade de escolha ao trabalhador.

 

Economia aquecida, queda do desemprego ou mais ofertas de vagas, tudo isso beneficia o trabalhador, que passa a ter maior poder de barganha e mais liberdade de escolher onde trabalhar, o que diminui a exploração das empresas, que reagem – aumentar o número de horas dos funcionários, repassar preços para o produto final.

06 em cada 10 empresas no Brasil têm dificuldade para contratar ou manter profissionais. Os setores com mais dificuldades são: construção, comércio e serviços (pedreiro, garçom, vendedor). Aumentou 3,6 pp. Reparem, justamente o de mão de obra pesada. O trabalhador aponta o baixo salário, jornadas exaustivas  e carga incompatível com a profissão. Paga pouco!

As empresas buscam alternativas, tentando deixar a vaga mais atrativa: capacitação interna, oferecer benefícios, mudar processos para depender menos de funcionários, realoca funcionários para outras funções, oferecem benefícios...

Enfim, quando o Governo melhora as condições de oferta de trabalho, as empresas sentem-se lucrando menos. Por isso o empresário ganancioso intromete tanto na política.