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Homem é preso pela PF em
SP por suspeita de preparar atentado terrorista internacional em solo brasileiro (do Estado Islâmico). Ele estava
montando um colete com explosivos para ação suicida como ataque jihadista. FBI
participou de intervenção. Qual Estado ou cidade ele planejava executar o ato
contra a segurança pública e a ordem social?
· Sobre o Banco Master: "Tá tentando me pegar desde 2019" (diz Vorcaro à PF). É importante frisar que a investigação das irregularidades no Banco Master foi aberta pelo atual Governo Lula. Veja o montante de desvio de aposentadorias do INSS que o governo buscou investigar a raiz e o ressarcimento dos prejudicados. E tudo começou lá atrás, nas doações de campanha feitas pelo empresário Fabiano Zettel, cunhado do dono do Master, Daniel Vorcaro, ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), em 2022. Isso explica a crise de liquidez do Banco, com R$ 127 milhões em obrigações de curto prazo a vencer, mas apenas R$ 4 milhões em caixa, sem falar dos R$ 2 bilhões em depósitos compulsórios em atraso. Ora, como um banco de R$ 80 bilhões que deveria ter entre R$ 3 bilhões e R$ 4 bilhões em títulos livres, tinha apenas R$ 4 milhões em caixa?
· Preferências dos Deputados e Senadores. Para onde foram as emendas do Orçamento de 2025? Seja lá onde for o empenho foi de curto prazo em vez de investimentos de longo prazo em seus municípios. A política dessa gente exige efeitos visíveis e retornos imediatos em seus redutos eleitorais. Lembrem-se de que o no Congresso mora a bancada do Agronegócio e a Evangélica. Então caridade e equipamentos agrícolas estão no topo dos gastos indicados por parlamentares. Como não estamos mais na era Secreta de Bolsonaro, é possível algum rastreamento do destino dos recursos graças ajuda do STF. A maior aplicação de recursos foi por meio de transferência direta aos Estados, ao Distrito Federal e aos municípios. Enfim, precisamos substituir o interesse imediato eleitoral pelo pensamento mais planejado. A consolidação dessa lealdade eleitoral a quem doa, como alguém indispensável, só estraga a democracia pelo personalismo. Uma espécie de behaviorismo político, alimentado por estímulos e respostas, que consolida um eleitorado municipal e estadual para as próximas eleições, enquanto perpetuam seus problemas, demandas e carências.
