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São Francisco do Conde, Bahia.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47). “Escrever é um ato de egoísmo, porque é uma forma de eu não esquecer das coisas que aprendi. Mas também é um engajamento. É a minha maneira de fazer política, de ajudar a pensar nosso país e de mostrar ao Brasil um Brasil que ele não conhece, que foi ocultado das narrativas hegemônicas” (Daniel Munduruku).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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domingo, 13 de outubro de 2024

O perfil de um estadista.


·       Comprometimento incondicional com a proteção à vida.

·       Defesa de princípios humanitários como valor moral.

·       Contribuições inestimáveis às multiculturas brasileiras.

·       Evitar e denunciar os exageros da retaliação. 

“A extrema direita, nazifascista por excelência, certamente apoiada pelas casas de apostas, cassinos, indústrias da fé, mercado financeiro e aderentes, há de sentir a presença da lei antes que o Brasil se transforme no paraíso da marginalidade. Chega de impunidade. Para tanto, basta que a justiça cumpra o seu dever constitucional e comece a povoar os presídios. Nossa segurança depende apenas e tão somente da aplicação da Lei. Bolsonaro e Marçal na mesma cela seria um bom começo”.

Enfim, Lula acerta ao criticar a desproporcional reação do sionismo de Netanyahu, obcecado por exterminar os grupos Hamas e Hezbollah, mesmo custando a vida de milhares de palestinos e libaneses.

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