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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Mulheres nas Forças Armadas.

 

As Forças Armadas autorizam o alistamento militar de mulheres a partir do ano que vem. Atualmente, as mulheres só podem entrar no serviço militar por concurso, para oficiais e suboficiais. Hoje, são 37 mil delas nas Forças Armadas (só 10% do efetivo).

O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, deseja chegar a 20% do efetivo. Vai precisar construir alojamentos e adaptar ambientes nos quartéis. As mulheres recrutas receberão o mesmo tratamento e treinamento dos homens nas Forças Armadas. Um avanço!

Falta às mulheres o direito ao alistamento com 18 anos, obrigatório e estrito aos homens. Hoje, o Governo Lula publicou Decreto que muda esse quando a partir de 2026.