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São Francisco do Conde, Bahia.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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terça-feira, 30 de julho de 2024

Como funciona uma ditadura?

 

·       A oposição jamais tem alguma chance real, por mínima que seja, de derrotar a situação no voto;

·       O processo eleitoral é fraudado;

·       Cidadãos/eleitores são intimidados;

·       Quem está no poder exerce controle total sobre o Estado e suas instituições, pois sabe que não sobreviveria politicamente se fosse exposto ao ar das liberdades individuais e da soberania da vontade popular;

·       Todas as regras são violadas. Assim, uma suposta democracia é uma farsa;

·       Candidaturas de oposição são ameaçadas, cassadas, acusadas de corrupção e tudo o que impedir sua continuidade ou adesão. Enfim, oposicionistas são presos ou sofrem brutal intimidação antes, durante e depois do pleito;

·       Milícias disfarçadas de “coletivos” mostram aos eleitores até onde vai sua liberdade de escolha ou de exercer seus direitos políticos;

·       O “rei” se autoproclama vitorioso em uma eleição na qual foi derrotado;

·       As atas de votação não são apresentadas à oposição nem aos observadores internacionais.