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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Sociedade à sombra do medo?

 

A segurança pública é um dos grandes dramas do Brasil. O problema ganha relevo e impõe decisões rápidas e vigorosas, dada a capilaridade das organizações criminosas. Para lidar com ela, é preciso ter desenvoltura com os nós da segurança, pois sua engrenagem envolve a violência de armas em mãos, mais evidente, mas também a bandidagem eletrônica.

1.     No RJ, as milícias dominam bairros inteiros em permanente jogo de chantagem;

2.     O PCC saiu de SP para o Norte, e rege na marra regiões de garimpo;

3.     Os bandidos, ao bel-prazer, controlam o tráfico de drogas e as penitenciárias de todo o país;

4.     No cotidiano, especialmente nas cidades grandes, os furtos de smartphones viraram norma;

5.     A bandidagem já está instalada, e ainda num bojo ideológico de disputas políticas.

Enfim, a proteção dos cidadãos é uma seara. Logo, exige planos claros e assessores que conheçam os intestinos desse assunto espinhoso e urgente.