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São Francisco do Conde, Bahia.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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domingo, 3 de setembro de 2023

A Bahia num projeto de longa duração.

 

“Livre pensar é só pensar”. 

Pensar a Bahia num projeto de estado de longa duração. É certeira a decisão corajosa do governador Jerônimo de restabelecer a ligação ferroviária de Salvador com a RMS, o estado e o país.  

E deve ir além – permitir a adoção de um novo conceito viário, o metrotrem, com a integração do VLT, do metrô e do trem de passageiros e carga num mesmo sistema. Ou os chineses não adorariam trocar a ponte por essa ferrovia, que seria a redenção da Bahia?

A vantagem de uma ferro-rodovia é integrar com metrotem Salvador a Feira de Santana e Itaparica, atender com ferrovia os centros industriais do CIA, Mataripe, Enseada, o hub-porto de Salinas da Margarida e os 19 terminais marítimos da BTS e transformar a BTS numa espécie de Riviera Francesa com seu imenso potencial turístico, histórico, cultural e esportivo.

Enfim, vamos utilizar o arsenal cognitivo da UFBA e da UNEB em benefício do estado, com o abandono do achismo bem intencionado e ingênuo que vem travando a Bahia há meio século.