Quem sou eu

Minha foto
São Francisco do Conde, Bahia.
PsicoPedagogo.
Obrigado pela visita! Volte Sempre!

"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47). “Escrever é um ato de egoísmo, porque é uma forma de eu não esquecer das coisas que aprendi. Mas também é um engajamento. É a minha maneira de fazer política, de ajudar a pensar nosso país e de mostrar ao Brasil um Brasil que ele não conhece, que foi ocultado das narrativas hegemônicas” (Daniel Munduruku).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

Arquivos do blog

terça-feira, 20 de junho de 2023

15 anos de Lei Seca.

 

A “Lei Seca” endureceu as regras para o consumo de álcool por motoristas. Ela foi muito importante na redução do número de acidentes. A multa de quem é pego é de quase R$ 3 mil, com 7 pontos na carteira e a habilitação é suspensa por 1 ano.

Quase 66 mil acidentes foram registrados nas estradas federais nos últimos 10 anos por causa do uso do álcool. São ultrapassagens proibidas, saídas de pista e excesso de velocidade. Infrações que poderiam ter sido evitadas se os motoristas não tivessem bebido.

Entre 2012 e 2022 os acidentes caíram -52%, mas ainda não é suficiente. Enfim, o aumento da fiscalização é fundamental, resta contribuir e melhorar o comportamento do motorista. Quem bebe e dirige precisa ser retirado de circulação. Ela é um perigo para ela mesma e os demais, em potencial!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.