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São Francisco do Conde, Bahia.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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terça-feira, 25 de outubro de 2022

"Imposto de alternância."

Basicamente, a forma como trabalhamos atualmente é em si uma distração. Há uma quantidade enorme de apps nos rodeando, e seu uso excessivo acaba por reduzir a produtividade.

O excesso de recursos de tecnologia vem sobrecarregando funcionários e tornando suas jornadas mais árduas e desarticuladas. Provocando o efeito oposto, eles não têm agregado valor às tarefas, causando esgotamento e dificuldades de foco nos trabalhadores. Tudo isso gera o “imposto de alternância”.

Os psicólogos costumam chamar de “mudança de contexto” – um hábito que dificulta o foco e, com o tempo, nos estressa.

Enfim, a frustração com tecnologia pode gerar desencanto, apatia e evasão. Cuidado!