Quem sou eu

Minha foto
São Francisco do Conde, Bahia.
PsicoPedagogo.
Obrigado pela visita! Volte Sempre!

"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

Arquivos do blog

segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Artificial

O Ideb/2021 saiu, e junto com ele lições do pós-pandemia. A mais esperada:

- um recuo na aprendizagem dos alunos, e um aumento da aprovação. Ou seja, de um lado, perda de desempenho, do outro, “passou de ano”.

- motivo: a maioria das redes flexibilizou suas políticas de reprovação durante o contexto da pandemia.

- desafios: 

1) há uma soma de alunos reprovados e que abondonaram os estudos. Ou seja, reprovar é péssima estratégia pedagógica, pois não aumenta a chance de aprendizagem no ano seguinte, e ainda eleva consideravelmente o risco de evasão; 

2) é preciso aliar a melhoria na aprendizagem com o aumento da aprovação.