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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Julho Vermelho...

·         Em julho o Governo Central, que reúne Previdência, Tesouro e Banco Central, gastou mais do que arrecadou. E não conseguiu economizar para pagar os juros da dívida. O déficit para o mês ficou em R$ 7,2 bilhões. Foi o pior resultado para o mês desde 1997 (quando esse levantamento começou). No ano, as contas estão no negativo em –R$ 9 bilhões.


·         Por causa das dificuldades para cobrir as despesas no ano que vem, de 2016, o Governo está preparando uma proposta de uma nova CPMF. A contribuição sobre movimentações bancárias que os brasileiros chamava de Imposto do Cheque, voltaria para financiar a saúde. E só a notícia dessa proposta já provocou crítica de parlamentares e de empresários. Nós estamos numa crise econômica profunda, e qualquer movimento nessa direção pode agravá-la ainda mais. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) avalia como “absurda” a volta da CPMF, porque aumenta custos e tira a competitividade do setor produtivo. O que o país precisa é de cortar gastos para equilibrar as contas públicas e não de aumento de impostos. O imposto deve nascer com um novo nome: CIS

Pode está como proposta no orçamento do Governo para o Ano que Vem – 2016. A ideia é não aumentar tributo. Até que a necessidade prove o contrário... Contribuição social para a saúde, vinculada Constitucionalmente.


·         A oposição diz: a solução é a retomada da confiança para a retomada da economia. E não aumentar a carga tributária do contribuinte.