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São Francisco do Conde, Bahia.
PsicoPedagogo.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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terça-feira, 18 de março de 2014

CRÍTICA Nº 06: Um pouco do perfil de Neilton Lima – por ele mesmo:


Bipolar: um lado intelectual e outro instintivo. Procuro ser moderno e inovador; espontâneo e criativo. Sou ousado: busco o novo, testo limites, arrisco o inédito. Tenho um capricho inconformista, abrangente, profundo, multidisciplinar, dialógico e de visão sistêmica. Busco sabedoria e compreensão da vida em seu sentido mais amplo. Sou autodidata: gosto de assumir o risco de descobrir as coisas por mim mesmo. Procuro entender a sociedade, o que vale compreender como funcionam os “jogos” da economia, dos negócios, da política, da cultura e o próprio Jogo da Vida. Como amante da Filosofia (que busca compreender) e da Ciência (que busca explicar), tenho mais condição de dar sentido a tudo que vivo – refinamento de consciência. Minha meta diária é sempre atingir plenitudes: física, mental, emocional, social e espiritual. Meu trabalho (professor e psicopedagogo) está conectado com a minha vida pessoal; minha razão com a minha emoção e intuição; meu ego policiado por minha essência – que é pensar, sentir e fazer. Então sou do tipo de cara que pensa (e vive) assim: só informação e conhecimento não bastam. Meu desafio é evolução cultural e prazer inteligente, muito, mas muito prazer. Não sou omisso, pouco menos submisso! Se você é desses que se dizem muito ocupados ou sem tempo para pensar, só lamento pela mediocridade.