Quem sou eu
"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).
"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).
“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).
“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).
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domingo, 14 de abril de 2019
A criação de um exército de adultos psicóticos.
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
A onda de frio nos Estados Unidos fez o preço do nosso gás de cozinha subir. Vamos pagar para aquecer os norte-americanos, graças a Temer e Bolsonaro.
domingo, 27 de janeiro de 2019
Primeiro mês de Governo Bolsonaro:
Que Deus é esse?
sábado, 26 de janeiro de 2019
A medicina privada pode matar o SUS no Governo Bolsonaro.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2019
As 13 teses de Bolsonaro
Com base nelas, podemos repartir três grupos de bolsonaristas:
A FAVOR:
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CONTRA:
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- o otimismo recorde da
população em relação à situação econômica.
- a boa popularidade e a
"lua de mel" com o Congresso Nacional, comum nos primeiros meses de
mandato.
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- falta consenso na maioria
do eleitorado em torno das propostas
mais controversas do novo presidente.
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DUVIDOSO
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- Bolsonaro
lidará com um Congresso bastante renovado, onde os partidos tradicionais
perdem forças e ganham espaço parlamentares de primeira viagem. Nada menos do
que 102 políticos eleitos para a Câmara assumem na semana que vem seu
primeiro mandato na vida pública enquanto 147 assumem pela primeira vez o
posto de deputado federal. Juntos, representam quase a metade das vagas da
Casa (e isso pode ser um bem ou um mal). Além do mais, o Governo tem sinalizado
por um diálogo com as bancadas temáticas e não mais com os partidos
políticos, o que retira poder das lideranças partidárias.
- DR's muito tensas! Como serão as relações políticas neste ano de 2019?
A) O
Poder Executivo costuma ter mais força que o Legislativo quando ele é
preponderado por novatos. A gente tem que ver como a pressão do Executivo vai
se dar.
B)
O novo Congresso será marcado por representantes de ideias mais "extremas"
de direita e de esquerda.
C) Há
candidaturas coletivas bem sucedidas com pautas mais progressistas, de
esquerda. E temos uma direita com mais militares,
religiosos e pessoas com perfil mais conservador. Isso
certamente vai ter impacto na forma que o Congresso vai lidar com o presidente.
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sábado, 19 de janeiro de 2019
Como produzir pobreza em uma geração?
terça-feira, 4 de dezembro de 2018
Adeus, Ministério do Trabalho!?
terça-feira, 27 de novembro de 2018
quarta-feira, 21 de novembro de 2018
As novas diretrizes para o Ensino Médio foram homologadas pelo MEC. E agora?
Outra ideia é dá ao aluno a opção de escolher uma área de conhecimento com a qual ele se identifica muito, a fim de poder se aprofundar já no Ensino Médio. Quando estiver em vigor, a carga horária será dividida em duas partes: a maior parte (60%) será base dos conteúdos que todo mundo terá que estudar; e a outra (40%), serão cinco opções oferecidas ao aluno para ele escolher uma delas para se aprofundar (segundo o MEC, cada município deve se organizar para oferecer no mínimo dois itinerários).
Um dos argumentos utilizados para essas reformas é o da evasão no Ensino Médio brasileiro, que gira em torno dos 12%. Com os adolescentes e jovens supostamente “familiarizados” com as novas tecnologias e seus aparelhos eletrônicos, a proposta é tornar o ensino mais atrativo e conectado. Rai ai... Agora, estão eles preparados para aprender conteúdos escolares e acadêmicos usando a internet? Terão eles disciplina e responsabilidade para fazer as aulas à distância? As escolas públicas conseguirão se organizar física e pedagogicamente para tornar isso concreto, real e de qualidade?
Embora embelezada pela modernidade, essa mudança não deve ocorrer imediatamente. Depende da aprovação da nova BNCC para o Ensino Médio (que está em discussão no CNE – Conselho Nacional de Educação). Questão de tempo? Sim! Deve demorar aí uns dois anos para efetivar nas escolas e talvez uma vida toda para ter grau de eficiência e qualidade, sobretudo nas escolas das margens.
Segundo o CNE, a aula a distância terá obrigatoriamente a coordenação de professores e em muitos casos deve ser oferecida na própria escola (a maioria delas sem laboratório de informática decente até hoje, diga-se de passagem). Com essas propostas de mudanças, o ENEM também será modificado para avaliar os conteúdos específicos (os tais itinerários). Entretanto, o exame só será alterado a partir de 2021.
As escolas conseguirão se organizar para oferecer essas cinco opções aos alunos (os tais itinerários) com qualidade? As tecnologias salvarão o ensino? Viveremos para ver?!



